Orientador(es)
Resumo(s)
Estas memórias “lusófilas” pretendem revelar a diversidade da lusofonia no espaço e no tempo. Arriscando alguma redundancia, reúnem oito textos escritos na Praia das Maçãs ao longo dos últimos dez anos sobre a relevância da Comunidade de Países de Língua Portuguesa enquanto organização multilateral baseada na cultura com sede em Lisboa. Evoco Jill Dias e Antonio Braz, reproduzo dois contributos para um Blogue de História Lusófona que existiu no IICT, três apresentações em inglês na Nova e em Cascais, bem como um ensaio acerca do futuro, focado em Angola, que dá o título. Além da ligação á Europa, que Portugal costuma esquecer, sustento que a dimensão económica e científica da CPLP para os seus membros (seis na Africa ao sul do Sara, Brasil e Timor além de Portugal) é complementar da cultural, pelo que a relevância da lusofonia se pode exprimir não apenas em português mas também noutras línguas veiculares, como o inglês. Isso tornou-se mais premente desde que dois membros do G20 e da OCDE se tornaram observadores da CPLP.
