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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Este trabalho pretende destacar as transferências culturais e tecnológicas que possibilitaram a implementação dos primeiros fornos de vidro artificial na Nova Espanha, desde o séc. XVI. A natureza desses processos, que se tratarão de assinalar, revelam a maneira singular como evoluiu o “conhecimento científico” no império espanhol, muito conectado à resposta a problemas quotidianos e a uma estreita relação entre saberes de origem europeia e indígenas. O elevado grau de abstração que significou a utilização de materiais e técnicas autóctones para fazer um produto completamente desconhecido nesse território, permitem falar de um vidro verdadeiramente novo-hispano. A sua elaboração significou uma maneira diferente de representar e reproduzir um elemento da cultura espanhola acudindo a certas técnicas americanas. Por isso ele foi muito mais que uma introdução europeia no chamado Novo Mundo. Desde a conquista até a independência, o desenvolvimento deste setor esteve estreitamente conectado com as tendências europeias, sem nunca se desvincular das necessidades de uma população étnica e culturalmente muito desigual, que participou, de diferente maneira, na evolução desta arte.
Descrição
UID/HIS/04666/2013
