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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Nas décadas de 1950 e 1960 o movimento de renovação historiográfica, em grande medida associado à Escola dos Annales, recentrou a abordagem das sociedades do passado. Gradualmente o primado da história política, muito inscrita na curta duração e marcada pelo facto, foi dando lugar a um interesse cada vez mais generalizado pela compreensão das sociedades. Por esta razão, a designação de “história social” encontra justificação no ideário da Escola dos Annales e da corrente historiográfica conhecida por Nova História. A designação de “história social”, que hoje pode parecer ambígua, assumia então um claro sentido político: o de dar voz não às grandes figuras, os “protagonistas” dos factos políticos, mas às grandes massas, até então rela- tivamente olvidadas
Descrição
UID/HIS/04666/2013
