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Os navios, as cerâmicas e o porto

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A investigação arqueológica tem demonstrado que as características da costa continental portuguesa, linear e muito exposta à ondulação, são desfavoráveis à conservação de contextos subaquáticos. Exceptuam-se as zonas estuarinas ou lagunares, que têm revelado nas últimas décadas importantes vestígios submersos, como o rio Arade, ou as áreas soterradas pelo desenvolvimento de zonas ribeirinhas, como é o caso do navio do Cais do Sodré, em Lisboa. Neste contexto, a Ria de Aveiro constitui um caso singular, quer pelo número, quer pela diversidade dos vestígios, protegidos durante séculos pelo assoreamento que deu origem a este sistema estuarino-lagunar de pouca profundidade. Entre os vestígios arqueológicos mais importantes, conta-se um contexto portuário num dos canais de acesso à cidade e três sítios de naufrágio do período medieval-moderno.

Descrição

UID/HIS/04666/2013 SFRH/BD/68443/2010 SFRH/BD/76416/2011

Palavras-chave

Arqueologia subaquática Ria de Aveiro Portos portugueses Naufrágios Construção naval Cerâmica

Contexto Educativo

Citação

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Fascículo

Editora

Imprensa Nacional - Casa da Moeda / Direcção Geral do Património Cultural - Museu Nacional de Arqueologia

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