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Orientador(es)
Resumo(s)
As frentes de água têm conhecido importantes transformações ao longo do tempo em termos de usos e funções, sendo o período pós-industrial caraterizado pela multiplicação de operações de revitalização destes territórios de interface terra-água um pouco por todo o mundo. Não obstante esta dinâmica, prevalece o problema da regeneração dos brownfields do segundo ciclo de industrialização, cuja extensão, localização periférica e passivos ambientais associados, enformam um novo desafio com o qual se debatem vários territórios. Isto sem que tenha sido ainda possível encontrar um modelo de intervenção que permitisse a sua revitalização. As frentes de água deparam-se ainda com outro desafio emergente: a adaptação às alterações climáticas, em particular à subida do nível médio das águas do mar. Com efeito, partindo da problematização destes desafios, são apresentadas e discutidas as bases do “Programa de investigação sobre os novos desafios das frentes de água: regeneração urbana e adaptação às alterações climáticas. O caso do Estuário do Tejo”, conferindo particular atenção aos seus objetivos e à abordagem metodológica que lhe subjaz.
Descrição
UID/SOC/04647/2013
SFRH/BPD/110975/2015
Palavras-chave
Frentes de Água Regeneração Urbana Alterações Climáticas Estuário do Tejo
