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FCSH: CRIA - Livros nacionais

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  • Atas da XI Semana de Gestão
    Publication . Marques, Célio Gonçalo; Nata, Ana; Brou, Eduardo Fontão; Lopes, Eunice Ramos; Pedro, Fátima; Almeida, Paula Pina de; Centro em Rede de Investigação em Antropologia (CRIA - NOVA FCSH)
  • Construir a Revolução
    Publication . Vespeira de Almeida, Sónia; Departamento de Antropologia (DA); Centro em Rede de Investigação em Antropologia (CRIA - NOVA FCSH)
    Protagonizadas por militares e agentes culturais de diversas áreas, as Campanhas de Dinamização Cultural do Movimento das Forças Armadas percorreram sobretudo o interior rural do país, intervindo em múltiplos domínios, como a cultura, a agricultura, a medicina, a veterinária e o melhoramento de infra‑estruturas, tornando‑se uma das mais singulares iniciativas do início do período democrático. Este livro revisita esse período e analisa o seu legado, fala‑nos dos protagonistas da revolução e da consolidação democrática, e tenta não só compreender um momento único na história de Portugal, mas também reflectir sobre o seu significado no contexto das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril.
  • O que de nós perdura //// What of us endures
    Publication . Alves Cardoso, F.; Morrone, Alessandra; Casimiro, Sílvia; Rosa, Celso Fernando Braga; Centro em Rede de Investigação em Antropologia (CRIA - NOVA FCSH); Departamento de História (DH); Instituto de Estudos Medievais (IEM)
  • Quest for Refuge
    Publication . Sacramento, Octávio; Challinor, Elizabeth; Silva, Pedro Gabriel; Centro em Rede de Investigação em Antropologia (CRIA - NOVA FCSH)
  • Plants used by chimpanzees and humans in Cantanhez, Guinea-Bissau
    Publication . Catarino, Luís; Frazão-Moreira, Amélia; Bessa, Joana Heloísa de Jesus Vieira; Parathian, Hannah Elisabeth; Hockings, Kimberley; Departamento de Antropologia (DA); Centro em Rede de Investigação em Antropologia (CRIA - NOVA FCSH)
    With chimpanzees inhabiting increasingly anthropogenic landscapes, understanding the sustainability of their interactions with people is crucial for biodiversity conservation and human wellbeing. In depth understanding of the co-utilisation of wild resources by humans and chimpanzees can be incorporated into landscape, regional and national conservation policy that acknowledges the needs of both (Bersacola et al. 2018). This enables evidence-based recommendations for the sustainable exploitation of wild plants, especially those heavily used. For example, it can reveal which plant species should be prioritised for replanting in corridors between forest fragments and which should be afforded additional protection to ensure their persistence and long-term sustainable use by humans and chimpanzees. The western chimpanzee (Pan troglodytes verus) is classified as critically endangered by the IUCN and is an important flagship species for conservation in Guinea-Bissau (Sousa 2015). The diet of chimpanzees can consist of hundreds of different plant species, with inter-community differences in species consumed and their importance in diet. In addition to feeding, chimpanzees use wild plants for various other reasons, including to make tools, to access resources such as honey, and to construct nests whereby the branches and leaves of plants are broken and bent, then interwoven into a circular sleeping structure. Several chimpanzee communities are present in the central-southern forests of Cantanhez National Park (Hockings and Sousa 2013). This field guide focuses on one community of chimpanzees at Caiquene-Cadique with a home range of approximately 12.7 km 2 some of which lies in proximity to agricultural areas and human settlements (Bessa et al. 2015). 6 7 The human communities involved in this study were Nalu and Balanta from the villages of Caiquene, Cadique Nalu and Cabdaia. They possess in-depth botanical knowledge and have complex agroeconomic systems. The importance of wild plant resources is recognised by local people as they rely on these for reasons including their subsistence and medicinal needs, as well as for construction and fuel. Certain plants are also used in rituals and ceremonies. For this reason, plants are both vital to survival and hold cultural values (Parathian et al. 2018). Humans and chimpanzees at this site show extensive overlap in habitat selection, with both using areas inside and outside the main forest blocks. Up to now, the overlap in wild resource use by people and chimpanzees has received limited scientific attention. To examine this in shared landscapes is methodologically challenging, and requires knowledge of plants available in a habitat, and the systematic and simultaneous collection of empirical data on human and chimpanzee resource use. To do this accurately requires bridging disciplinary research approaches and expertise
  • Intervenção arqueológica no largo do Espírito Santo, em Bucelas
    Publication . Estêvão, Florbela; Antunes-Ferreira, Nathalie; Instituto de História Contemporânea (IHC); Centro em Rede de Investigação em Antropologia (CRIA - NOVA FCSH)
  • Arquitectos, Engenheiros, Antropólogos
    Publication . Leal, João; Departamento de Antropologia (DA); Centro em Rede de Investigação em Antropologia (CRIA - NOVA FCSH)
    Como noutros países europeus, também em Portugal a arquitectura popular foi ao longo do século XX objecto privilegiado do interesse de intelectuais de extracção variada, especialmente de arquitectos e antropólogos. Esse interesse começou por se desenvolver entre os arquitectos ligados ao movimento da “Casa Portuguesa”, liderado por Raul Lino. Tendo-se iniciado na viragem do século XIX para o século XX, o movimento da “Casa Portuguesa” estava ainda activo nos anos 1940 e 1950 e foi central tanto nas tentativas do Estado Novo de impor um estilo arquitectónico oficial, como nos modos de representação do cultura popular promovidos pelo regime. As principais ideias defendidas pelo movimento da “Casa Portuguesa” viriam entretanto a ser postas em causa por outras aproximações ao tema, como aquelas que foram propostas: (a) pelo “Inquérito à Habitação Rural”, que teve lugar no início dos anos 1940 e foi conduzido por um grupo de engenheiros agrónomos preocupadas com as condições habitacionais existentes nas áreas rurais portuguesas; (b) pelo “Inquérito à Arquitectura Popular em Portugal” organizado no final dos anos 1950 por um grupo diversificado de arquitectos modernos hostis ao movimento da “Casa Portuguesa”; (c) e, finalmente, pelas pesquisas conduzidas pelo antropólogo Ernesto Veiga de Oliveira e seus colaboradores no Museu de Etnologia entre 1950 e 1960. O objectivo deste livro é analisar as diferentes aproximações à arquitectura popular em cada um dos estudos mencionados como momentos de uma espécie de “guerra cultural” opondo diferentes visões da arquitectura e da cultura populares e distintos modos de tratamento do laço entre cultura popular e identidade nacional durante os anos do Estado Novo. As visões da ruralidade prevalecentes em cada uma destes estudos sobre arquitectura popular, as tensões entre nacionalismo e modernismo na percepção das virtualidades da arquitectura popular, as discussões sobre unidade e diversidade do país no tocante à arquitectura popular, são alguns dos tópicos que serão tratados com mais detalhe.
  • As Festas do Espírito Santo nos Açores
    Publication . Leal, Joâo; Departamento de Antropologia (DA); Centro em Rede de Investigação em Antropologia (CRIA - NOVA FCSH)
  • Contribuições para uma mitologia popular portuguesa e outros escritos etnográficos
    Publication . Pedroso, Consiglieri; Leal, João; Departamento de Antropologia (DA); Centro em Rede de Investigação em Antropologia (CRIA - NOVA FCSH)
  • Plantas usadas por Chimpanzés e Humanos no Cantanhez, Guiné-Bissau
    Publication . Catarinio, Luís; Frazão-Moreira, Amélia; Bessa, Joana Heloísa de Jesus Vieira; Parathian, Hannah Elisabeth; Hockings, Kimberley; Centro em Rede de Investigação em Antropologia (CRIA - NOVA FCSH); Departamento de Antropologia (DA)
    Com os chimpanzés a habitarem territórios cada vez mais antropogénicos, é crucial compreender a sustentabilidade das suas interações com as pessoas para a conservação da biodiversidade e para garantir o bem-estar humano. Uma compreensão aprofundada da co-utilização de recursos vegetais por seres humanos e chimpanzés pode ser incorporada numa política de conservação, ao nível regional e nacional, que reconheça as necessidades de ambos (Bersacola et al. 2018). Isso permite elaborar recomendações, baseadas em evidências científicas, para a exploração sustentável de plantas silvestres, especialmente das espécies recorrentemente usadas. Por exemplo, pode revelar que espécies de plantas devem ser priorizadas para replantar os corredores entre fragmentos florestais e quais devem receber proteção adicional para garantir a sua persistência e uso sustentável a longo prazo por humanos e chimpanzés. O chimpanzé ocidental (Pan troglodytes verus) está classificado como ameaçado pela UICN e é uma espécie bandeira importante para a conservação na Guiné-Bissau (Sousa 2015). A dieta dos chimpanzés pode consistir em centenas de espécies vegetais diferentes, constatando-se diferenças entre comunidades nas espécies consumidas e na sua importância na dieta. Além da alimentação, os chimpanzés usam plantas silvestres por várias outras razões, inclusive para criar ferramentas para aceder a recursos como o mel, mas também para construir ninhos, para os quais os galhos e as folhas de árvores são quebrados, dobrados e entrelaçados, criando uma estrutura circular onde dormem. Várias comunidades de chimpanzés estão presentes nas florestas do centro-sul do Parque Nacional Cantanhez (PNC) (Hockings e Sousa 2013). Este Guia de Campo concentra-se na comunidade de chimpanzés de Caiquene-Cadique, que ocupa uma área de aproximadamente 12,7 km2, situando-se parte do seu território nas proximidades de áreas agrícolas e povoações humanas (Bessa et al. 2015). As comunidades humanas envolvidas no estudo, das povoações de Caiquene, Cadique Nalu e Cabdaia, são dos grupos étnicos nalu e balanta e detêm um profundo conhecimento botânico e complexos sistemas agro económicos. Os recursos vegetais são cruciais para a população local, uma vez que suprem as suas necessidades de subsistência e medicinais, sendo ainda usados na construção e como combustível. Algumas plantas são igualmente usadas em cerimónias e rituais religiosos. Assim, as plantas são vitais para a sobrevivência e detêm um significativo valor cultural (Parathian et al. 2018). Neste contexto, constata-se uma ampla sobreposição da seleção de habitats por seres humanos e chimpanzés, usando áreas dentro e fora das principais manchas florestais. Até ao momento, a sobreposição do uso de recursos selvagens por pessoas e chimpanzés recebeu pouca atenção científica. Estudá-lo em paisagens compartilhadas é metodologicamente desafiador e requer o conhecimento das plantas disponíveis nos diferentes habitats, além da recolha sistemática e simultânea de dados empíricos sobre o uso de recursos por humanos e chimpanzés. Para realizar de forma aprofundada este tipo de estudos é necessário cruzar abordagens e conhecimentos de diferentes disciplinas, ou seja, realizar uma pesquisa interdisciplinar.