FCSH: IPRI - Artigos em revista nacional com arbitragem científica
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Entradas recentes
- O que aconteceu à Organização Mundial do Comércio?Publication . Fernandes, José Pedro de Sousa e Castro Teixeira; Instituto Português de Relações Internacionais (IPRI); Universidade Nova de Lisboa, Instituto Português de Relações Internacionais
- Much ado about nothing?Publication . Moniz, João; Brás, Tiago; Pereira, José Santana; Belchior, Ana Maria; Instituto Português de Relações Internacionais (IPRI); scieloptThe covid-19 pandemic and its socioeconomic impacts led to fears that a kind of pandemic-fuelled populism could erupt in crisis-struck societies. Through a content analysis of parliamentary debates on issues dear to populists, we explore the impact of covid-19 on the incidence of populist rhetoric in Portugal in different moments of the pandemic and by different political parties. Our results indicate that, despite an increase of people-centrism during the first covid-19 wave, the pandemic globally decreased the prevalence of populist rhetoric, suggesting that parties’ adoption of populist frames under a crisis may be dependent on the nature of that crisis.
- Calling a Spade a SpadePublication . Silva, João Gaio; Marinha, André; Instituto Português de Relações Internacionais (IPRI); scieloptPopulism’s increasing prominence in politics raises questions about its definition and usage. Drawing on qualitative and quantitative text analysis, this article addresses how populism is portrayed in the Portuguese press, its associations, and discrepancies with academic discourse. Over a ten-year period (2012-2021), this study examines two media outlets to assess populism’s presence in the press before Chega’s parliamentary entry. Populism is often tied to international figures, in opinion pieces, under a negative tone, and typically associated with ideological positioning. The haziness and conceptual imprecision of populism extend beyond academia halls, although the media is significantly aligned with scholarly definitions.
- Implicações da Guerra da Ucrânia na segurança da União EuropeiaPublication . Hermenegildo, Reinaldo Saraiva; Instituto Português de Relações Internacionais (IPRI); Universidade Nova de Lisboa, Instituto Português de Relações InternacionaisO presente artigo tem por objetivo estudar as implicações da Guerra da Ucrânia na arquitetura de segurança da União Europeia, ao nível da Política Comum de Segurança e Defesa. Procuramos contextualizar a resposta da União através da Política Comum de Segurança e Defesa e as consequências que esta guerra provocou, nas políticas, nas instituições e nas fronteiras. Assim, perscrutamos como um evento externo – guerra – serviu como spillover para uma maior convergência nas matérias de segurança e defesa e para incrementar uma tendência de supranacionalização das matérias de segurança e defesa.
- O medo existencial no percurso hegemónico dos Estados Unidos da AméricaPublication . Henrique Santos, Rui; Instituto Português de Relações Internacionais (IPRI); Universidade Nova de Lisboa, Instituto Português de Relações InternacionaisOs Estados Unidos da América procuram, desde a sua fundação, garantias de segurança absoluta, respondendo a diferentes ameaças, independentemente da distribuição de poder no sistema internacional. Mas subsiste um paradoxo na forma como a grande potência norte-americana configura essas ameaças, definindo-as como existenciais mesmo que assimétricas. Argumenta-se neste artigo que a narrativa estratégica, que pode ser encontrada na história dos Estados Unidos, mas estruturada e institucionalizada multidimensionalmente pela Administração Truman face à União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, define respostas posteriores, em ambientes pré-conflituais, como nos casos em análise: Iraque (1990), Afeganistão e Iraque (2001-2003). Pretende-se contribuir para uma nova leitura sobre essa narrativa e as suas consequências, através da teoria da gestão do terror.
- A guerra na UcrâniaPublication . Daehnhardt, Patrícia; Instituto Português de Relações Internacionais (IPRI); Universidade Nova de Lisboa, Instituto Português de Relações InternacionaisO regresso da guerra na Europa marcou o colapso da ordem de segurança europeia, o enfraquecimento da ordem internacional liberal baseada em regras e a crescente cristalização ideológica entre democracias e autocracias. Se a Aliança Atlântica e a União Europeia inicialmente responderam de forma unida à agressão russa, levantam-se agora questões sobre a política do futuro presidente norte-americano Donald Trump sobre a política dos Estados Unidos para a Aliança Atlântica e sobre a continuação do apoio militar americano e europeu à Ucrânia. Um hipotético fim da ajuda dos Estados Unidos à Ucrânia não apenas colocaria em causa a sobrevivência da Ucrânia enquanto Estado soberano, como contribuiria para o aumento das divisões entre os aliados transatlânticos. Nesse sentido, a guerra na Ucrânia tem implicações diretas sobre a estabilidade da ordem de segurança europeia.
- A ordem internacionalPublication . Teixeira, Nuno Severiano; Departamento de Estudos Políticos (DEPo); Instituto Português de Relações Internacionais (IPRI); Universidade Nova de Lisboa, Instituto Português de Relações InternacionaisO objetivo deste ensaio é o de uma breve reflexão sobre a evolução da ordem internacional desde 1945 até aos nossos dias. De acordo com a literatura científica sobre o tema, parte-se da definição teórica do conceito de «ordem internacional» nas suas duas componentes principais: a polaridade e a legitimidade. Em seguida, percorre--se o período entre 1945 e 2024 e procura-se definir os invariantes históricos que podem caracterizar as três ordens internacionais correspondentes aos três momentos históricos que as enformam: a bipolaridade da Guerra Fria; a unipolaridade do pós-Guerra Fria; e a polaridade complexa e multinível do segundo pós-Guerra Fria, que caracteriza a ordem internacional em mudança nos dias de hoje. O argumento final é o de que na transição da ordem internacional em curso está em causa não só um novo tipo de polaridade, mas também uma crise da legitimidade e do próprio sentido da ordem internacional.
- Nota introdutóriaPublication . Marcos, Daniel; Daehnhardt, Patrícia; Departamento de Estudos Políticos (DEPo); Instituto Português de Relações Internacionais (IPRI); Universidade Nova de Lisboa, Instituto Português de Relações Internacionais
- SudãoPublication . Dias, Alexandra Magnólia; Departamento de Estudos Políticos (DEPo); Instituto Português de Relações Internacionais (IPRI); Universidade Nova de Lisboa, Instituto Português de Relações InternacionaisNa guerra civil em curso no Sudão (2023-), os beligerantes têm resistido a iniciativas de mediação, e os mediadores inicialmente falharam em incluir representantes da sociedade civil, designadamente mulheres. Tanto a violência de género (violação) como a fome têm sido utilizadas enquanto táticas de guerra. Os civis permanecem na linha da frente para garantir que a ajuda mínima chegue a quem dela precisa, enquanto os beligerantes impuseram um bloqueio à assistência humanitária. Face ao prolongamento da guerra desde abril de 2023, o presente artigo visa compreender o atual dilema e os possíveis cenários para um Sudão pós-guerra, com a necessidade de inclusão de civis nas iniciativas de negociação de paz e, uma vez a guerra terminada, à frente dos destinos do Estado.
- Um jovem caçador de lixo na Mafalala, nas décadas de 1960 e 1970Publication . Curto, Diogo Ramada; Departamento de Estudos Políticos (DEPo); Instituto Português de Relações Internacionais (IPRI); Centro em Rede de Investigação em Antropologia (CRIA)
