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Resumo(s)

Pela força da duração do Estado Novo, pode-se afirmar, sem qualquer dúvida, que a arte colonial sob o governo de Oliveira Salazar resultou de um programa comemorativo e auto-apologético que constituiu um veículo privilegiado de legitimação do império colonial português. De qualquer modo, a relação entre arte e poder, entre fé e império produziu-se num duplo jogo: se, por um lado, a arte necessitou do regime nomeadamente no seu papel de mecenas, por outro, o poder político usou-a para tornar visível o seu discurso, numa constante recorrência ao passado histórico-colonial. Isso significou que o Estado foi um impulsionador, patrocinador, edificador e, simultaneamente, condicionador do discurso artístico imperial e colonial de nítida retórica simbólica

Descrição

UID/HIS/04666/2013 SRFH/BPD/107783/2015

Palavras-chave

Contexto Educativo

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Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa

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