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Um império projectado pelo “silvo da locomotiva”. O papel da engenharia portuguesa na apropriação do espaço colonial africano. Angola e Moçambique (1869-1930)

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Resumo(s)

Com este trabalho de investigação histórica pretendemos elucidar o papel da engenharia portuguesa no processo de apropriação territorial das colónias ultramarinas de Angola e Moçambique, desenhando uma perspectiva diferente daquilo que, historiograficamente, tem sido identificado como a “marca da colonização portuguesa nas terras de África” (Veríssimo Serrão, 1989). Definimos, para isso, como objecto de estudo, o processo de construção e desenvolvimento da rede de infraestruturas ferroviárias, naqueles dois países, entre os séculos XIX e XX, nos planos da sua materialidade e das opções subjacentes. Explorando a potencialidade dos referenciais metodológicos da abordagem sociotécnica Actor-Network (ANT), e conceitos como technopolitics e “apropriação tecnológica”, procuramos identificar a heterogeneidade de actores históricos envolvidos nesse processo dinâmico, no contexto colonial, nacional e europeu, e conhecer os estádios evolutivos da implementação daquelas infraestruturas, relacionando-as com as suas motivações e implicações sociais, económicas e políticas, com o objectivo final de perceber em que moldes o Estado português concebeu e concretizou o projecto colonial do III Império, e em que medida aquele contexto do conhecimento e experiência técnicos, que lhe esteve associado, pode ter influenciado, ali, os subsequentes acontecimentos políticos, económicos e sociais (Headrick, 1988).

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História Colonial III Império Tecnologia Engenharia Caminhos-de-ferro Technopolitics

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