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Corsários argelinos na Lisboa do século XVIII: um perigo iminente

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Resumo(s)

Dois dias após o Grande Terramoto de Lisboa, o secretário de estado Sebastião José de Carvalho e Melo pede ao marquês estribeiro-mor que mande colocar militares de vigia ao longo do porto de Lisboa para evitar possíveis ataques de corsários argelinos. Quem eram estes corsários e o que pretendiam? Porque rondavam o estuário do Tejo? São perguntas a que pretendemos responder neste artigo e perceber porque, num tempo em que urgia resolver os problemas causados pela destruição provocada pelo sismo, os governantes se preocupavam com ataques corsários
Two days after Lisbon´s Earthquake (1755), the secretary of state Sebastião José de Carvalho e Melo orders marquês estribeiro-mor to place military surveillance along Lisbon’s harbour to prevent potential attacks by Algerian corsairs. Who were these privateers and what were they looking for? Why were they in Tagus river? These are questions that we will discuss in this paper. We will try also to understand why were our rullers so attentive to an eventual corsair activity while the city was struggling against the devastating effects of the earthquake.

Descrição

Palavras-chave

Lisboa Corso e pirataria Corsários argelinos Defesa portuária Cativos Lisbon Privateers and piracy Algerian corsairs Harbour defense Captives

Contexto Educativo

Citação

Alberto, Edite - Corsários argelinos na Lisboa do século XVIII: um perigo iminente. Cadernos do Arquivo Municipal. 2ª Série Nº 3 (janeiro-junho 2015), p. 127-147.

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Câmara Municipal de Lisboa, Arquivo Municipal

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