| Nome: | Descrição: | Tamanho: | Formato: | |
|---|---|---|---|---|
| 2.28 MB | Adobe PDF |
Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A identidade, na sua articulação entre a imagem e o sentido, constitui uma categoria de longa duração na história do Ocidente e um topos privilegiado de problematização em momentos de crise, de que é exemplo o atual questionamento das normativas da modernidade e do modo como estas assentavam numa ambivalência entre o próprio e o impróprio.
Na sua prática artística, Vasco Araújo assume diversas máscaras tomadas da modernidade, mapeando os seus mecanismos de controlo. Nessa dramatização, a sobreposição tensional entre o clássico e o contemporâneo, o imóvel e o performativo, a voz e a escrita, faz surgir continuamente uma persona diferente. Não é possível pensar a identidade contemporânea sem pensar essa ambivalência que é a da máscara. Daí que o presente artigo se fixe sobretudo em dois campos de problemáticas: (1) A hipótese, na atualidade, de uma crise da definição da identidade enquanto sentido próprio; (2) a possibilidade do impróprio se constituir como in-atualidade da identidade.
Descrição
Palavras-chave
Vasco Araújo Crise Identidade Persona Encenação
Contexto Educativo
Citação
Marques, Bruno, Braz, Ivo André, "Vasco Araujo et ALII. A in-atualidade da identidade contemporânea", in Revista de História da Arte, n.º 12 (2015), Lisboa: IHA-FCSH/NOVA, pp. 217-233
Editora
Instituto de História da Arte - Faculdade de Ciências Sociais e Humanas/NOVA
