| Nome: | Descrição: | Tamanho: | Formato: | |
|---|---|---|---|---|
| 2.07 MB | Adobe PDF |
Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Em 1940, o Palácio Foz foi adquirido pelo Estado Português e foi decidido queseria ocupado pelo Secretariado da Propaganda Nacional (SPN/SNI) e pela Inspecção- Geral dos Espectáculos. No ano seguinte deu-se o início da recuperação do edifício, conforme projeto do arquiteto Luís Benavente (1902-1993), ao serviço da Direção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (DGEMN). O trabalho de
Benavente consistiu na reelaboração do espaço exterior e interior, que não só procurava restituir ao edifício a sua feição original do século xviii, como também criar espaços adaptados às funções da instituição estatal.
Em 1947, a Comissão para a Aquisição de Mobiliário esteve envolvida, juntamente com o SNI, no planeamento de mobiliário e decoração do Palácio. Luís Benavente empenhou-se em seleccionar objetos artísticos e decorativos, mas interveio igualmente
no projeto de mobiliário. Os objetos foram escolhidos em antiquários, mas
também se desenharam móveis de inspiração historicista, que eram considerados
como os mais ajustados ao estilo do Palácio.
Descrição
Palavras-chave
Design de Interiores Estado Novo Historicismo Luís Benavente Palácio Foz Lisboa
Contexto Educativo
Citação
Elias, Margarida, "A adaptação do Palácio Foz para sede do secretariado nacional de informação a intervenção da DGEMN e de Luís Benavente no mobiliário e decoração de interiores (1940‑1953)", in Revista de História da Arte, n.º 11 (2014), pp. 283-289
Editora
Instituto de História da Arte - Faculdade de Ciências Sociais e Humanas/UNL
