Revista de História da Arte (2015) N.º 12
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- Revista de História da ArtePublication . Alves (coord.), Margarida Brito; Lamoni (coord.), Giulia; Sirois (coord.), KatherineEste número da Revista de História da Arte pretende problematizar a noção de "crise" no campo da História da Arte e da produção artística - incluindo a Arquitectura, a Dança, o Teatro ou o Cinema, e privilegiando uma articulação com o quadro mais alargado das Ciências Sociais e Humanas.
- Recensão: David Santos, "A Reinvenção do real – Curadoria e Arte contemporânea no Museu do Neo-realismo"Publication . Gaspar, Mariana Marin
- Recensão: Claire Bishop, "Radical Museology: or What’s ‘Contemporary’ In Museums of Contemporary Art?"Publication . Fazenda, Maria do Mar
- Recensão: Daniel Arasse, "Não se vê nada. Descrições"Publication . Crespo, Nuno
- Recensão: Fukuko Ando et "Amaterasu". Exposition – performancePublication . Sirois, Katherine
- Uma topografia poética e estética em António DacostaPublication . Castro, Tomás N.
- Conventos em tempos de crise. O Convento do Espírito Santo da Pedreira de Lisboa. Quatro desenhos de projecto de José Joaquim LudovicePublication . Soromenho, Miguel; Silva, Raquel Henriques da
- De la crisis de experiencia a la experiencia de la crisis. Una aproximación al arte público en ArgentinaPublication . Taccetta, NataliaSiguiendo algunos desarrollos de Walter Benjamin y la lectura de su pensamiento que realiza Giorgio Agamben, este artículo explora ciertas aristas de la relación entre historia, tiempo y catástrofe como la crisis que permite comprender el vínculo del hombre con la experiencia en la modernidad. Esto implica tematizar una nueva noción de experiencia a fin de pensar modos de concebir la relación entre las prácticas artísticas y la historia, fundados en la discontinuidad, la interrupción y el shock. Dar por tierra el tiempo continuo y vacío significa asumir un tiempo “pleno, separado, indivisible y perfecto de la experiencia humana concreta”, tal como propone Agamben. A esta nueva concepción de la historia y al arte les compete posibilitar el advenimiento del tiempo pleno que supone la liberación del goce ahistórico, para acceder a una temporalidad placentera, cualitativamente transformadora del tiempo, a la vez crítica y destructiva.
- Vasco Araujo et ALII. A in-atualidade da identidade contemporâneaPublication . Marques, Bruno; Braz, Ivo AndréA identidade, na sua articulação entre a imagem e o sentido, constitui uma categoria de longa duração na história do Ocidente e um topos privilegiado de problematização em momentos de crise, de que é exemplo o atual questionamento das normativas da modernidade e do modo como estas assentavam numa ambivalência entre o próprio e o impróprio. Na sua prática artística, Vasco Araújo assume diversas máscaras tomadas da modernidade, mapeando os seus mecanismos de controlo. Nessa dramatização, a sobreposição tensional entre o clássico e o contemporâneo, o imóvel e o performativo, a voz e a escrita, faz surgir continuamente uma persona diferente. Não é possível pensar a identidade contemporânea sem pensar essa ambivalência que é a da máscara. Daí que o presente artigo se fixe sobretudo em dois campos de problemáticas: (1) A hipótese, na atualidade, de uma crise da definição da identidade enquanto sentido próprio; (2) a possibilidade do impróprio se constituir como in-atualidade da identidade.
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