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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Ângelo de Sousa (1938-2011) mereceu a denominação de “experimentador”, e é sob a lente da “experimentação” que olhámos para o seu percurso, e mais especificamente para o filme experimental Chão de Cimento (1) (1972), em Super 8, com cerca de 4’43’’ (cor e sem som).
Este ensaio é marcado por dois objectivos principais. Em primeiro lugar, procura perceber o que é a experimentação no trabalho de Ângelo de Sousa, partindo da definição de experimentação de José Gil, e entender qual a relação desta com Chão de Cimento (1). E em segundo lugar, procura ainda analisar a relação da arte minimal com o filme em estudo e com a restante produção artística de Ângelo de Sousa. Neste contexto, cumpre destacar que, tal como desenvolvido no ensaio “Art and Objecthood” (1976) de Michael Fried, a experiência do observador-experimentador no trabalho de Ângelo de Sousa é fundamental. As características-chave de Chão de Cimento (1) vinculam-se com as características da arte minimal e da sua interpenetração com outras disciplinas artísticas: a relação entre a dança, a escultura e os filmes; o carácter simplificado da forma; a relação do observador-experimentador com o movimento e o espaço vazio; e a persistência da imagem, num entendimento de repetição de movimento.
Descrição
Palavras-chave
Ângelo de Sousa Filmes Eexperimentais José Gil Michael Fried Arte Minimal Teoria
Contexto Educativo
Citação
Rosas, Patrícia, "O entendimento do espaço em Ângelo de Sousa a dança‑minimalista e a experiência do observador‑experimentador", in Revista de História da Arte, n.º 10 (2012), pp. 161-175
Editora
Instituto de História da Arte - Faculdade de Ciências Sociais e Humanas/UNL
