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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A exposição é uma tarefa eminentemente museológica mas, desde sempre, desenvolveu uma espécie de autonomia propositiva, relacionada quer com uma celebração festiva, vocacionada para os grandes públicos (por exemplo, as grandes exposições mundiais, inauguradas em Londres, em 1851), quer com a divulgação de investigações específicas, predominantemente originais. Neste caso, podemos designá-las ‘exposições de investigação’. Este foi o âmbito de: 50 anos de arte portuguesa, apresentada na Fundação Calouste Gulbenkian, em 2007, e Anos 70. Atravessar fronteiras, apresentada no Centro de Arte Moderna da mesma Fundação, em 2009. Na reflexão que se segue, adoptei privilegiar a narrativa do processo do trabalho, fruto de experiência adquirida empiricamente e das dinâmicas criadas nas equipas pluridisciplinares que conduziram os projectos à sua realização.
Descrição
Palavras-chave
Exposição de investigação Arquivos da Fundação Calouste Gulbenkian Arte contemporânea Livros de artista Rematerialização dos objectos artísticos História aberta Museus
Contexto Educativo
Citação
Silva, Raquel Henriques da, "Investigar para expor. Duas exposições na Fundação Calouste Gulbenkian, 2007-2009", in Revista de História da Arte, n.º 8 (2011), pp. 179-191
Editora
Instituto de História da Arte - Faculdade de Ciências Sociais e Humanas/UNL
