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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A decoração do pavimento de uma sala obedecia, ontem como hoje, a uma escolha prévia de toda a decoração, de forma a conseguir um efeito global harmónico e coerente.
A decoração do pavimento com mosaico exigia, a priori, uma primeira escolha entre uma decoração meramente geométrica, figurativa ou mista, com ou sem elementos vegetais ou animais de preenchimento dos espaços criados. Qualquer que fosse a escolha, o pavimento era tratado como uma superfície uniforme, que cabia decorar de acordo com a iconografia escolhida pelo proprietário.
No caso de uma composição não decorativa recorre-se em geral a um esquema geométrico pré-definido, que pode prever a utilização de diferentes composições: se de superfície, recorre-se a um único esquema geométrico para toda a superfície a decorar; se se individualizam diferentes zonas prioritárias num mesmo pavimento, pode recorrer-se a esquemas diferenciados. A escolha feita, ligada à sintaxe argumental do pavimento, permite frequentemente situá-lo no tempo e no ambiente musivo em que se enquadra.
O presente artigo debruça-se sobre os esquemas de ordenamento geométrico de Villa Cardílio, Torres Novas (Portugal).
Descrição
Palavras-chave
Esquema Geométrico Composição Villa Cardílio Sintaxe Argumental Mosaico Programa Iconográfico
Contexto Educativo
Citação
Kremer, Maria de Jesus Duran, "Mosaicos geométricos de Villa Cardílio. Algumas considerações", in Revista de História da Arte, n.º 6 (2008), pp. 61-77
Editora
Instituto de História da Arte - Faculdade de Ciências Sociais e Humanas/UNL
