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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
O tema de investigação apresentado do presente artigo emerge no âmbito da dissertação de mestrado em Arquitetura, atualmente em desenvolvimento, que tem como casos de estudo os atualmente designados Estabelecimentos Prisionais (EP). Estes edifícios contém espaços desenhados para assegurar a privação de liberdade de um indivíduo, após este se ter demonstrado inadaptado para viver em sociedade, e têm demonstrado uma evolução constante de forma a tentarem responder aos problemas que foram surgindo. Neste artigo é estudado o desenvolvimento do modelo espacial de Jeremy Bentham (1791), o Panóptico, o contexto sócio-económico que motivou o seu surgimento, o ideal de vigilância defendido e as suas aplicações. Procura-se ainda compreender quais as principais causas da “utopia do modelo espacial Panóptico” como Foucault o designava. Apesar de nunca ter sido construído, este modelo teve uma grande influência no princípio da vigilância central, que viria a resultar em edifícios com base no ideal. Analisa-se ainda a abordagem do filósofo Michael Foucault à ideia defendida por Jeremy Bentham, para concluir sobre o Panóptico como uma “máquina de poder”. Por fim, aborda-se a influência que o princípio de inspeção do Panóptico teve e continua a ter no século XXI, de que forma é aplicado e utilizado no nosso dia-a-dia.
Descrição
UIDB/04666/2020
UIDP/04666/2020
Palavras-chave
Panóptico Controlo Vigilância Arquitetura Totalitarista Utopia Prisões Modernas Arquitectura Moderna Tipologias arquitectónicas General Arts and Humanities SDG 3 - Good Health and Well-being SDG 11 - Sustainable Cities and Communities
