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A Banda Real e outros agrupamentos de instrumentos de sopro e percussão ao serviço da monarquia (1707-1834)

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Este capítulo procura fornecer uma panorâmica dos agrupamentos de instrumentistas de sopro e percussão ao serviço da monarquia portuguesa entre o reinado de D. João V e o final do Antigo Regime. Ao longo deste período de grandes transformações combinam-se tradições seculares de forte significado simbólico, ligadas ao poder real, e novas tendências do ponto de vista organológico e estético, música funcional inerente ao cerimonial da corte e a eventos religiosos e políticos, e repertórios ligados a práticas de sociabilidade e a situações de concerto. Novos dados decorrentes de investigações recentes, e ainda em curso, permitem traçar um quadro multifacetado e questionar ambiguidades relacionadas com a terminologia usada no passado e no presente: “Banda real”, “Charamela Real”, “Música das Reais Cavalariças”, entre outras designações. Abordam-se aspectos como a constituição instrumental, os perfis profissionais dos músicos e o papel dos agrupamentos em cerimónias dinásticas e práticas festivas. Em Portugal, a investigação tem dado primazia às bandas militares e às bandas filarmónicas dos séculos XIX a XXI, mas os antepassados destas possuem forte ligação ao poder monárquico e aos hábitos aristocráticos, constituindo uma componente essencial da sua imagem de esplendor e magnificência. O presente estudo incide, portanto, nos agrupamentos de sopros e percussão sob a alçada da Casa Real, sendo as bandas militares, ainda que regulamentadas por decretos régios, tidas em consideração apenas quando actuavam no contexto da corte ou no caso de intercâmbio de músicos e repertórios.

Descrição

UIDB/00472/2020 UIDP/00472/2020

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Contexto Educativo

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Colibri

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