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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
O estudo das Presidências Portuguesas do Conselho da União Europeia, desenvolvido no
âmbito desta tese de doutoramento em relações internacionais, tem por objetivo descrever,
comparar e explicar o papel, os objetivos e as prioridades políticas internas e externas de
Portugal durante os três exercícios presidenciais da União: 1992, 2000 e 2007.
Partimos de uma análise assente nas teorias da integração europeia, para analisar a
evolução e importância das Presidências para os Estados-membros. Dentro destas adotamos o
modelo conceptual da perspectiva racionalista e sociológica, de forma a compreender o
comportamento e desempenho dos Estados no exercício das mesmas.
Neste enquadramento procuramos explicar o desenvolvimento institucional da
Presidência, o seu papel e respectivas funções ao longo do processo de construção europeia, a
forma como os Estados através destas influenciam a agenda europeia, como lideram
determinadas políticas e/ou dossiers e inerentemente defendem o seu interesse nacional.
Descrevemos e comparamos as três Presidências Portuguesas do Conselho a nível
empírico e analisamo-las de acordo com o quadro teórico adoptado. Desta forma, pretendemos
explicar as razões que levaram Portugal a definir um determinado tipo de prioridades políticas
para cada uma das suas Presidências, as estratégias desenvolvidas para obter o sucesso na
prossecução das mesmas, bem como a respectiva importância para o país e para a União
Europeia.
Cada uma das Presidências ora referidas, oferece um contributo específico e importante
na sustentação da nossa tese e concorrem para o argumento central da mesma: explicar o papel
de Portugal nos três exercícios presidenciais, e consequentemente a sua relevância para a
política externa nacional e para o processo de integração europeia.
Descrição
Palavras-chave
Portugal Presidência do Conselho União Europeia Liderança Neutralidade Interesse nacional; Agenda Council Presidency European Union Leadership Neutrality National interest
