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Orientador(es)
Resumo(s)
O presente estudo analisa as reformas implementadas pela Coroa portuguesa no Brasil, na
segunda metade do século XVIII, com ênfase para o que ocorreu na capitania de Pernambuco
durante a chamada «época pombalina» e no reinado de D. Maria I. De entre elas, realçamos a
criação e a actividade da Companhia Geral de Pernambuco e Paraíba - por considerarmos que
foi a principal medida pombalina para aquela parte do império -, e o seu significado político e
económico nas relações entre governadores e elites, bem como, com os dois principais órgãos
da administração central para o «governo das conquistas»: o Conselho Ultramarino e a
Secretaria de Estado da Marinha e Ultramar. As principais preocupações dos vassalos na época
da instituição pombalina também foram analisadas e percebeu-se que, na comunicação
directa com a Coroa, os vassalos recuperavam discursos antigos que evocavam a
relação pactuada que os unia ao rei. Para além da negociação de conflitos, da preocupação
com o comércio colonial e da expansão da agricultura - temáticas frequentes na
correspondência entre o governo regional e as instituições do poder central -, demos destaque
à comunicação política entre Pernambuco e Lisboa, com a finalidade de perceber os circuitos
da informação entre os dois lados do Atlântico, os discursos e as medidas - políticas,
económicas e de defesa do império -, que emanavam das entidades do poder central para o
governo da capitania. Também para compreender se as ordens procedidas do centro político
foram ou não cumpridas no último quartel de Setecentos e início do século XIX.
Descrição
Palavras-chave
Governação Reformas pombalinas Companhia de Comércio
