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A Imprensa de Língua Portuguesa no Oriente (1822-1846)

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Deambular pelos periódicos de língua portuguesa no Oriente da primeira metade do século XIX e constatar os métodos de obtenção de mercados e de aproximação a estes espaços, mostra como a geoestratégia pode mudar em função do país que a delineia, independentemente de idênticos objectivos, isto é, mercado e matérias-primas. Existe, nesta primeira metade do século XIX, uma tradição britânica na relação de aproximação, que varia em função do espaço a dominar, privilegiado ou periférico, em concordância com os interesses pretendidos. Ou seja, a “política de canhoneira”, e a consequente indemnização a pagar pelo povo sujeitado, é o argumento mais utilizado sempre que os benefícios (mercado e matérias primas) a adquirir são essenciais nos objectivos estratégicos antes delineados. A autoridade transmuda-se de máquina para fabricar o respeito em instrumento que produz um constrangimento interiorizado, necessário, em que, na falta ou na (in)desejabilidade de outra via, surge como “inevitável” o recurso à força bruta. Ou é a sujeição ou a guerra. Neste contexto, os Estados Unidos da América (E.U.A.) parecem ter, nesta estratégia de aproximação ao seu poderio à escala mundial, uma outra perspectiva, baseada no princípio de não ingerência (uma estratégia de sedução), respeito pelos povos, considerados todos no quadro de relação privilegiada recíproca, com vantagens mútuas. O recurso à “política de canhoneira” está para os E.U.A., nesta conjuntura, completamente fora de questão, o que não acontece com o seu antigo colonizador, a Grã-Bretanha (G.B.).

Descrição

UIDB/04666/2020 UIDP/04666/2020

Palavras-chave

Imprensa portuguesa Oriente Estados Unidos Grã-Bretanha Portuguese press Orient United States Great Britain

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ICNOVA – Instituto de Comunicação da Nova

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