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Resumo(s)

O presente artigo centra-se na análise crítica do projecto de exposição situacionista “Die Welt als Labyrinth” (1958-1960), concebido por Constant Nieuwenhuys, Guy Debord e Asger Jorn para ser apresentado no Stedelijk Museum Amsterdam, mas nunca concretizado. O principal objectivo desta análise é compreender o papel desta exposição utópica na génese de uma tipologia de exposição – que designamos de exposição-jogo –, que viria a tornar-se uma tendência ao longo da década de 1960. Na segunda parte do artigo é apresentada uma breve reflexão sobre as transformações desta tipologia, desde o momento em que serve de imagem de um novo conceito de museu, com as mostras “Dylaby” (1962), Hon: En Katedral” (1966) e “12 Environments” (1968), até à sua transformação em ferramenta mediática, ao ser integrada na programação inaugural do Centre Georges Pompidou, com “Le Crocrodrome de Zig et Puce” (1977).

Descrição

UIDB/00417/2020 UIDP/00417/2020

Palavras-chave

Internacional Situacionista Exposição-jogo Stedelijk Museum Amsterdam História das Exposições

Contexto Educativo

Citação

Projetos de investigação

Unidades organizacionais

Fascículo

Editora

Instituto de História da Arte/NOVA FCSH

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