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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A República Democrática de Timor-leste, enquanto nação independente, nasceu num quadro marcado pelo reforço da interação entre o local e o global e apresenta várias características peculiares: foi colonizada pelos portugueses durante perto cinco séculos e ocupada pelo país vizinho quase vinte e quatro anos; vivenciou um período de administração transitória por parte da ONU (1999-2002); necessitou de edificar um Estado de raiz; e experienciou uma fase de forte dependência externa. Do ponto de vista linguístico, Timor-Leste emerge como um país multilingue e os timorenses, recuperando as palavras do Nobel da Paz, José Ramos Horta, encontram-se “entre os povos mais poliglotas do mundo”, uma vez que uma elevada percentagem dos cidadãos “usa três a cinco idiomas – uma língua local materna, tétum, indonésio, português e inglês”. Este texto centra-se no percurso e papel da língua portuguesa, tendo como referência três períodos distintos (o colonialismo, a ocupação indonésia e o pós-independência) e como suporte fontes diversificadas, nomeadamente a Constituição, normativos, documentos oficiais, testemunhos de decisores políticos, dados estatísticos e textos académicos.
Descrição
UIDB/04666/2020
UIDP/04666/2020
Palavras-chave
Timor-Leste Política Linguística Multilisguismo Língua Portuguesa Afirmação Identitária
