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O cinema português contemporâneo à escuta das margens da cidade

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Após um período (demasiado longo) de má fama para o som no cinema português, mais devido ao desinteresse dos autores (e não apenas em Portugal) pelo aspecto sonoro dos filmes do que às deficiências técnicas (que, patentemente, também existiam) e depois de uma revolução qualitativa no som do cinema nacional (ocorrida nos anos 80 e devida a uma dupla incontornável: Joaquim Pinto e Vasco Pimentel), passou a haver uma atenção mais dedicada à dimensão sonora dos filmes, sobretudo por parte dos realizadores com um ouvido mais apurado. Assim, nas últimas duas décadas, temos tido a oportunidade de constatar um contributo determinante dos técnicos (e criativos) do som na construção de espaços diegéticos, de temporalidades e narrativas, de qualidades rítmicas, plásticas, expressivas e intensivas que produzem, com as imagens, sentidos mais ricos nos filmes. Um conjunto de realizadores portugueses (Pedro Costa, Teresa Villaverde, João Pedro Rodrigues, Miguel Gomes, João Salaviza) tem também demonstrado, pelo menos desde os anos 90 (mas poderíamos ver antecedentes no Novo Cinema), um particular interesse por temas relacionados com a marginalidade social e urbana que os levou muitas vezes a filmar zonas periféricas, liminares ou intersticiais da cidade.

Descrição

DL 57/2016/CP1453/CT0098 UIDB/00183/2020 UIDP/00183/2020 PTDC/FER-FIL/32042/2017

Palavras-chave

Som Margens Paisagem sonora Fora de campo Cidade

Contexto Educativo

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