Revista de História da Arte (2006) N.º 2
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Entradas recentes
- VariaPublication . Silva, Raquel Henriques da; França, José-Augusto; Correia, Jorge; Oliveira, Maria Manuela; Penalva, Luísa; Rodrigues, Ana Duarte; Franco, Anísio
- RecensõesPublication . Maciel, Manuel Justino; Briz, Maria da Graça; Silva, Raquel Henriques da
- Sem títuloPublication . Tostões, AnaSob a figura teórica e estética da “monumentalidade”, a Sede e Museu da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, constitui uma obra fundamental da arquitectura portuguesa dos anos de 1960, desde logo inovadora pelas condições e metodologia do concurso. O projecto e a obra de Alberto Pessoa, Pedro Cid e Ruy Jervis Athouguia radicam numa consciência propositiva dos valores da modernidade, reafirmando a ideia de manipulação estético-funcional da natureza porque “no conjunto da solução arquitectónica o arranjo paisagístico tomava uma posição da maior importância para a sua valorização”.
- Lisboa virtualPublication . Fontes, Carlos
- Lisboa na 2.ª metade do Séc.XX. Da conquista do planalto à cidade-regiãoPublication . Pereira, Nuno Teotónio
- Rua das Portas de Santo Antão e a singular modernidade lisboeta (1890–1925): arquitectura e práticas urbanasPublication . Villaverde, ManuelVia antiga da cidade, fazendo-a comunicar com o seu termo, a Rua das Portas de Santo Antão tornou-se, nos finais do século XIX e primeiras décadas do século XX, um espaço aurático da vida cosmopolita de Lisboa onde se instalaram importantes equipamentos como o Coliseu dos Recreios, o Ateneu Comercial, a Sede da Sociedade de Geografia ou o Teatro Politeama. “Traseiras” da Avenida da Liberdade, sem a modernidade e amplidão do seu desenho urbano, a velha Rua das Portas de Santo Antão foi, na verdade, o palco não exposto da Lisboa moderna.
- Das Avenidas Novas à Avenida BernaPublication . Silva, Raquel Henriques daAs Avenidas Novas de Lisboa são uma das imagens eficazes do desenvolvimento da capital em finais do século XIX, relacionado com os adquiridos da industrialização. Ampliando a cidade, desde o antigo Passeio Público até ao Passeio do Campo Grande, as Avenidas apropriam princípios e técnicas do urbanismo progressista de que os boulevards parisienses foram a figura referencial. A qualidade do projecto urbano não teve correspondente na resolução arquitectónica, que foi excessivamente heterogénea, manifestando a fragilidade económica e social da burguesia portuguesa, responsável também pelo arrastamento do Plano, só concluído nos anos de 1930.
- Às portas de Lisboa. O Palacete de J.M. Eugénio de Almeida em São SebastiãoPublication . Leal, Joana CunhaO lugar do palácio de José Maria Eugénio de Almeida, com a sua fachada principal voltada para o Largo de São Sebastião da Pedreira, marca um dos limites da cidade até ao século XVIII, num cruzamento dinâmico de vias para os territórios arrabaldinos. Constituindo-se como espécime relevante da arquitectura oitocentista de filiação clássica, delineado por Jean Colson, a Casa de Eugénio de Almeida foi cenografada no grandioso Parque de Santa Gertrudes com rara qualidade paisagística e arquitectónica, neste caso ainda hoje evidente nas antigas cocheiras e cavalariças, delineadas por Giuseppe Cinatti.
- Modos de pensar e construir os cemitérios públicos oitocentistas em Lisboa: o caso do Cemitério dos PrazeresPublication . André, PaulaUm cemitério é uma segunda cidade. Em Lisboa os Cemitérios Públicos Oitocentistas, foram pensados e delineados por razões higienistas, como um espaço funcional e regular, com centralidades e periferias em tudo semelhantes à morfologia urbana da cidade. Na encenação romântica do espaço cemiterial, feita através da construção de jazigos assumidos como monumentos, coube à arquitectura historicista o papel principal, tornando-se o cemitério num catálogo vivo de estilos arquitectónicos e palco da imagem da morte.
- Baixa Pombalina. Reflexão para a definição de princípios de um plano de salvaguardaPublication . Matos, José Sarmento de
