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Orientador(es)
Resumo(s)
In a story we can find a beginning, a middle and an end, but in this thesis, you will only find a beginning and a middle - the end is up to you to make it. We hope that this thesis will enable you to come to terms with the reality of things as they are.
When you think of an engineer, who do you see: a man or a woman? In this thesis we will show you that, even today, people still see a man as an engineer.
But it was not always the case; there was a time during World War II when women started to be seen as engineers, but as the war ended, that association also ended. The war ended but not the fight for women to be recognized as equal not one of the guys. As men and women are different in the reproduction function
why not in the thinking area, where both men and women can bring creativity, productivity and innovation, a new perspective on problem solving.
In this thesis we explore a way to design digital technologies that can generate reflection about gender bias in computer science and engineering. Two prototypes were created to solve this problem; one that interacts with our conscious mind, showing the real numbers of students applying to university (named Gender by Numbers), and one that interacts with our unconscious mind, challenging us to solve a riddle in which the answer is a female (Riddle Me This QR).
Using a specific measurement to detect the influence of the conscious and unconscious mind, we conducted a study to verify which of the prototypes had the potential to create a difference. In the study we learned that Gender by Numbers only reinforce the mentality that men should pursue engineering, and women should pursue a more characteristic job like kindergarten teacher or nursmentality may be changing. The next step is for them to have the will to break that prejudice habit, like Patricia Devine hypothesized.
Two ideas were thought to potentially continue this project; one is the combination of the previous prototypes (Gender by Numbers plus Riddle Me This QR) and another idea is the adaptation of the implicit measurement mentioned in this thesis.
Uma história tem sempre um princípio, meio e fim, mas nesta tese só encontrará o princípio e o meio o fim cabe a si fazê-lo. Esperemos que esta tese permita-lhe aceitar a realidade das coisas como elas são. Quando pensa num engenheiro, quem visualiza: um homem ou uma mulher? Nesta tese vamos demonstrar, que ainda nos dias de hoje, um engenheiro, para a maioria da população, continua a ser um homem. Mas nem sempre foi assim: durante a II guerra mundial, as mulheres lideraram como engenheiras, mas a situação mudou com o fim da guerra. A guerra havia terminado, mas não a luta das mulheres para serem reconhecidas como iguais não como um dos rapazes. Homens e mulheres são diferentes fisicamente, pelo que é razoável assumir que também o serão a nível do raciocínio, trazendo uma nova perspetiva de como resolver um determinado problema, graças a diferentes processos de criatividade, produtividade e inovação que cada um seguramente terá. Nesta tese exploramos como criar tecnologia digital que possa gerar reflexão relativamente ao preconceito dos géneros em informática e engenharia. Foram criados dois protótipos para o efeito; um que interage com o nosso consciente mostrando os números reais de alunos inscritos na universidade, e outro que interage com o nosso subconsciente, desafiando-nos a desvendar um enigma cuja resposta é: uma mulher. Utilizando medidas especificas para detetar a influencia da mente consciente e subconsciente, realizamos estudos para determinar qual dos protótipos tinha o potencial de criar a diferença. Nos estudos constatamos que Gender by Numbers só reforça a mentalidade que os homens devem seguir engenharias e que as mulheres devem seguir carreiras mais caraterísticas do seu sexo como educadoras de infância ou enfermeiras. No entanto o enigma Riddle Me This QR demonstrou que a mentalidade dos participantes está a mudar. A próxima etapa é a quebra do preconceito, como na hipótese de Patricia Devine. Duas ideias surgiram para potencialmente continuarmos este estudo: uma é combinação dos protótipos já existentes (Gender by Numbers e Riddle Me This QR) e a outra ideia é adaptação do tipo de medida mencionado nesta tese.
Uma história tem sempre um princípio, meio e fim, mas nesta tese só encontrará o princípio e o meio o fim cabe a si fazê-lo. Esperemos que esta tese permita-lhe aceitar a realidade das coisas como elas são. Quando pensa num engenheiro, quem visualiza: um homem ou uma mulher? Nesta tese vamos demonstrar, que ainda nos dias de hoje, um engenheiro, para a maioria da população, continua a ser um homem. Mas nem sempre foi assim: durante a II guerra mundial, as mulheres lideraram como engenheiras, mas a situação mudou com o fim da guerra. A guerra havia terminado, mas não a luta das mulheres para serem reconhecidas como iguais não como um dos rapazes. Homens e mulheres são diferentes fisicamente, pelo que é razoável assumir que também o serão a nível do raciocínio, trazendo uma nova perspetiva de como resolver um determinado problema, graças a diferentes processos de criatividade, produtividade e inovação que cada um seguramente terá. Nesta tese exploramos como criar tecnologia digital que possa gerar reflexão relativamente ao preconceito dos géneros em informática e engenharia. Foram criados dois protótipos para o efeito; um que interage com o nosso consciente mostrando os números reais de alunos inscritos na universidade, e outro que interage com o nosso subconsciente, desafiando-nos a desvendar um enigma cuja resposta é: uma mulher. Utilizando medidas especificas para detetar a influencia da mente consciente e subconsciente, realizamos estudos para determinar qual dos protótipos tinha o potencial de criar a diferença. Nos estudos constatamos que Gender by Numbers só reforça a mentalidade que os homens devem seguir engenharias e que as mulheres devem seguir carreiras mais caraterísticas do seu sexo como educadoras de infância ou enfermeiras. No entanto o enigma Riddle Me This QR demonstrou que a mentalidade dos participantes está a mudar. A próxima etapa é a quebra do preconceito, como na hipótese de Patricia Devine. Duas ideias surgiram para potencialmente continuarmos este estudo: uma é combinação dos protótipos já existentes (Gender by Numbers e Riddle Me This QR) e a outra ideia é adaptação do tipo de medida mencionado nesta tese.
Descrição
Palavras-chave
Computer science Engineering education Gender Gender Stereotype Gender Prejudice Digital Media
