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Orientador(es)
Resumo(s)
No enquadramento de estudos em cinema de animação, a proposta de investigação
que aqui apresentamos tem como objectivo central procurar uma clara e original definição
de animação, que possa se ajustar às recentes transformações que a manipulação digital
veio permitir ao processo criativo de produção de imagem em movimento.
O problema inicial que se coloca neste trabalho é poder analisar se um determinado
conteúdo é ou não animação, pois a experiência a que se assiste hoje na produção digital de
filmes de animação, cinema ou televisão, parece remeter para domínios, conceitos ou
métodos de produção que se afastam do tradicional processo de animação e obrigam a
repensar o próprio conceito de animação. Quais os reflexos da manipulação digital para o
processo criativo da animação? De que modo a composição de conteúdos em formato
digital se opõe ao tradicional conceito de animação? Quais os reflexos gerados na criação
do movimento animado e que relação têm com o espectador?
Estas questões tornam-se relevantes no enquadramento do ensino do cinema, da
animação ou de artes visuais, obrigando a redefinir novas orientações pedagógicas e
estratégias produtivas. De igual modo, avaliar se a atracção pelos novos conteúdos
animados são fruto das novas transformações digitais, ou apenas reflectem o desejo de
atracção humana pela máquina, pode ajudar a esclarecer a auto-representação na animação
e, por conseguinte, reclassificar a animação neste período de profunda intermediação
digital.
Descrição
Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do
grau de Doutor em Ciências da Comunicação
Palavras-chave
Animação Movimento Manipulação Digital Auto-representação
Contexto Educativo
Citação
Editora
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
