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Considered the most unsuccessful show in the Hayward Gallery’s history, the Artist Placement Group’s exhibition inn7o: Art and Economics (1971-72, London) was advertised as an “exhibition in time.” The exhibition was an opportunity for the Artist Placement Group (APG) to document their progress in negotiating artist placements within industrial corporations, such as British Steel, Esso Petroleum, and ICI Fibres. The exhibition co-opted corporate language and ritual, creating a replica of a typical boardroom where meetings between artists and members of industry took place, live, throughout the entirety of the exhibition. This paper re-considers the inn7o exhibition within the context of a shifting British economy and subsequently a re-defining of Britain’s intellectual left. This paper will argue APG’s radicalism should not be defined by democratic participation, but instead, in terms of how language within an exhibition can be used to redefine discourse, blurring and subverting the boundaries between art and economics.
Considerada o maior fracasso na história da Galeria Hayward, a exposição inn7o: Art and Economics (1971-72, Londres), organizada pelo Artist Placement Group (APG), foi promovida como uma “exposição no seu tempo”. Este evento constituiu uma oportunidade para o APG documentar o seu progresso nas negociações para a colocação de artistas em corporações industriais, como a British Steel, a Esso Pretroleum e a ICI Fibres. A exposição apropriou-se da linguagem e processos corporativos, apresentando uma réplica de uma sala de reunião empresarial, onde decorriam ao vivo encontros entre artistas e membros da indústria. Este artigo reanalisa a exposição inn7o: Art and Economics, tendo em consideração o contexto da época, marcado por uma economia britânica em mutação e, consequentemente, pela redefinição da esquerda intelectual do país. Este artigo argumenta que o radicalismo do APG não deve ser definido como participação democrática, mas sim pelo modo como a linguagem de uma exposição pode ser usada para redefinir narrativas, esbatendo e subvertendo as fronteiras entre arte e economia.
Considerada o maior fracasso na história da Galeria Hayward, a exposição inn7o: Art and Economics (1971-72, Londres), organizada pelo Artist Placement Group (APG), foi promovida como uma “exposição no seu tempo”. Este evento constituiu uma oportunidade para o APG documentar o seu progresso nas negociações para a colocação de artistas em corporações industriais, como a British Steel, a Esso Pretroleum e a ICI Fibres. A exposição apropriou-se da linguagem e processos corporativos, apresentando uma réplica de uma sala de reunião empresarial, onde decorriam ao vivo encontros entre artistas e membros da indústria. Este artigo reanalisa a exposição inn7o: Art and Economics, tendo em consideração o contexto da época, marcado por uma economia britânica em mutação e, consequentemente, pela redefinição da esquerda intelectual do país. Este artigo argumenta que o radicalismo do APG não deve ser definido como participação democrática, mas sim pelo modo como a linguagem de uma exposição pode ser usada para redefinir narrativas, esbatendo e subvertendo as fronteiras entre arte e economia.
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Palavras-chave
Language Conceptual sculpture Corporation 1970s Linguagem Escultura conceptual Corporação Década de 1970
Contexto Educativo
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Editora
Instituto de História da Arte
