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Biennials, there and here: thinking about the “Venetian formula” and the São Paulo Biennial in the 1960s

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Resumo(s)

In the past few years, due to the remarkable development of art biennials around the globe and their public popularity, different research projects have drawn attention to their history and how they have impacted on the production and reception of artworks in various local and regional scenes. Focusing on two texts, written within one year of each other, by Mário Pedrosa and Pierre Restany, important cultural agents of the time, I shall address the impact of some of these shows in the 1960s, especially the Venice and the São Paulo Biennials. Moreover, I intend to assess their hierarchical position on the international art scene at the time, asking one main question: since its inception, the São Paulo Biennial has adopted the Venice model, but at what costs?
Nos últimos anos, devido à notável expansão e popularidade das bienais de arte em todo o mundo, diferentes projetos de investigação têm vindo a debruçar-se sobre a sua história e impacto na produção e recepção de obras de arte, em contextos locais e regionais. Tendo como base dois textos escritos com um ano de diferença, um da autoria de Mário Pedrosa e outro de Pierre Restany, dois dos mais importantes agentes culturais da década de 1960, será analisado o impacto das bienais neste período, especialmente das de Veneza e de São Paulo. Para além disso, este artigo analisa a posição hierárquica destes dois certames, a partir de uma pergunta central: desde a sua criação, a Bienal de São Paulo adotou o modelo de Veneza – mas a que preço?

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Palavras-chave

Bienais artísticas Década de 1960 Mário pedrosa Pierre restany Art biennials 1960s

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