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O Inventário Artístico do Patriarcado de Lisboa: história e análise de uma ferramenta museológica precursora

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No Patriarcado de Lisboa, situado no mosteiro de S. Vicente de Fora, estão guardados cerca de duzentos dossiers B5 que contêm uma série de fichas em papel onde se arrolam os bens artísticos de cada um dos edifícios que compõem a diocese de Lisboa. Estes dossiers guardam a informação recolhida desde o já longínquo ano de 1967 ano em que se começou a fazer de forma sistemática o primeiro inventário artístico da Igreja, instituição que permanece ainda hoje a maior detentora de património em Portugal. Fruto da conjugação de uma série de acontecimentos e da existência de um clima propício à valorização do papel da arte na relação com a religião, o Inventário Artístico do Patriarcado de Lisboa beneficiou dos movimentos de renovação litúrgica que agiam no interior da própria Igreja – e que culminariam com as directrizes emanadas pelo Concílio Vaticano II em 1965 –, do interesse pela arte de eclesiásticos como o cardeal D. Manuel Cerejeira (1888-1977; arcebispo de Lisboa entre 1929 e 1971) e D. João de Castro (1908-2000), da relação de proximidade do historiador de arte Carlos de Azevedo (1918-55) com a cúpula da igreja lisboeta e da capacidade técnica de um inventariante como José Bénard Guedes Salgado (1931) . Este texto resulta da necessidade de responder a três questões: quais foram as razões que levaram à criação deste inventário, e quem o pensou e executou.

Descrição

Artigo inserido no âmbito da realização da tese de doutoramento em História da Arte, financiada por bolsa FCT (SFRH/BD/63763/2009).

Palavras-chave

Inventário; Patriarcado de Lisboa; Arte; Igreja Católica

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