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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A partir de meados do século XV, produtos, objectos e animais extra-europeus tornaram-se parte integrante do fausto cortesão em Portugal. Estes elementos exóticos tornaram-se numa presença constante no quotidiano áulico no Renascimento, desempenhando um papel importante em entradas régias e outras cerimónias públicas. Neste texto, propomos-nos a avaliar o peso dos animais extra-europeus nas descrições de Lisboa e Portugal produzidas no Renascimento por estrangeiros de passagem pelo país. Inicialmente, far-se á uma apresentação sumária das fontes utilizadas. De seguida, será apresentada uma síntese sobre a presença de fauna exótica nestas descrições.
Descrição
info:eu-repo/grantAgreement/FCT/SFRH/SFRH%2FBD%2F84622%2F2012/PT
UID/HIS/04666/2019
UID/HIS/00749/2019
SFRH/BD/84622/2012
Palavras-chave
Animais extra-europeu Exótico Lisboa Corte Cerimónias públicas
