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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A tradição marítima de muitas urbes algarvias, sobretudo nas orlas costeiras do litoral, ditava o surgimento de formas de remuneração de mercês, bem como o próprio carácter dos serviços prestados, patente no teor de muitas portarias régias. Realidade essa com reflexo no modo de construir a memória das parentelas e as hierarquias sociais, no contexto de um território a que foi atribuída a condição de reino. Situação que fez do Algarve um caso diferente no âmbito peninsular português. Por outro lado, as questões do sangue e da honra não ficaram à margem dessa leitura subtil, mas evidente, a que não é estranha uma certa fluidez de critérios, e parece terem demarcado os limites de estima social conferido às elites algarvias. Uma perspectiva comparada, em termos ibéricos, sugere ter existido um quadro semelhante ao da nobreza de Castela face às suas congéneres oriundas de reinos incorporados naquela Coroa (Nápoles, por exemplo).
Descrição
UID/HIS/04666/2019
Palavras-chave
Nobrezas Algarve Mobilidade social Remuneração de serviços
