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Publicação

A função do paralelismo, do refrão e dos versos populares nas cantigas de amigo

dc.contributor.authorRodrigues, Graça Almeida
dc.date.accessioned2010-11-12T14:05:38Z
dc.date.available2010-11-12T14:05:38Z
dc.date.issued1980
dc.descriptionRevista da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, N.1, pp. 69-76en_US
dc.description.abstractO paralelismo constitui uma das primeiras manifestações artísticas do homem. Primitivamente, o homem procedeu à representação da natureza como maneira de a dominar: o artista pretendia assenhorear-se da realidade, dos objectos ao seu redor, representando figuras e forças para ele misteriosas que, uma vez controladas f igurativamente, lhe seriam mais próximas. A arte tinha assim uma finalidade transcendente. Em termos muito sucintos, seria este o objectivo da arte que encontramos nas cavernas primitivas.en_US
dc.identifier.issn0871-2778
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10362/4275
dc.language.isoporen_US
dc.publisherFaculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboaen_US
dc.relation.ispartofseries;N. 1
dc.titleA função do paralelismo, do refrão e dos versos populares nas cantigas de amigoen_US
dc.typejournal article
dspace.entity.typePublication
my.embargo.termsnullen_US
rcaap.rightsopenAccessen_US
rcaap.typearticleen_US

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