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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Pretendemos com este artigo apresentar e divulgar a médica portuguesa Adelaide Cabete
(1867-1935), cuja vida espelha a feliz aliança na conciliação das «Ciências & Letras». A sua
actividade traduz a ponte para localizar a presença feminina nas Letras, na História e na
Educação, como procuraremos ilustrar. Partindo da afi rmação da chamada de trabalhos para
esta publicação, segundo a qual “até o princípio do século XX, poucas mulheres participavam
ativamente do mundo da cultura, e as atuantes muitas vezes valiam-se de pseudônimos
masculinos para suas contribuições”, cumpre acrescentar que o recurso a pseudónimos
femininos foi também uma constante na história da autoria feminina, tal como ela é conhecida
até hoje. Adelaide Cabete compagina-se entre um signifi cativo número de mulheres que
optam por eleger outra mulher como seu pseudónimo. A evocação de Louise Michel (1830-
1905) reporta-nos, naturalmente, para uma altura conturbada na Comuna de Paris, em que a
participação revolucionária das mulheres amplia o paradigma dominante para o século XIX.
Descrição
Palavras-chave
Feminismo Medicina Adelaide Cabete Louise Michel Pioneiras
Contexto Educativo
Citação
Editora
FAPA: Ciências & Letras, Porto-Alegre
