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Orientador(es)
Resumo(s)
Quando se escreve sobre A era da incerteza^ todas as interrogações
serão válidas e quando essas interrogações colocam a questão da Ciência na
Universidade^ não estaremos apenas a fazer a avaliação de passados recentes,
num certo sentido economicista e numérico de êxitos/fracassos, numa
relembrança de insucesso(s) escolar(es), pesando e medindo "oferta", "produto"
e "satisfação do cliente", numa análise de marketing empresarial, mas
as nossas questões, neste Encontro, deverão ser mais profunda porque, verdadeiramente,
a nossa avaliação tenderá a responder a questões que só no
futuro poderão apresentar quesitos para respostas.
Por isso, nestes Encontros, queria apenas introduzir um problema que
tem a ver com as minhas preocupações e sentido de responsabilidade perante
os alunos dos cursos ou das disciplinas que ministro. E a questão é: estarão
os estudantes da Universidade portuguesa a ser preparados para o futuro -
que lhes é sugerido em termos tanto aliciantes como pessimistas, entre
movimentos aceleradores e movimentos travão, revelando hesitações que
podem passar por auto-avaliações ou avaliações extemas, já não apenas
numa relação professor/aluno, mas também numa relação de excelência
entre Universidades, numa indispensável formação de avaliadores que terão
mais ou menos créditos de acordo com o seu próprio passado de alto nível
académico-científico.
A OCDE preocupa-se com a "gestão do ensino superior" e criou programas
que se interessam pela "gestão da investigação, da administração, do
financiamento e da intemacionalização"
