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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
O título deste ensaio nada afirma. É uma pura interrogação.
Se nós, os filósofos e os amantes da filosofia, somos
freqüentemente acusados, pelos cultores das «ciências da
certeza», de perguntarmos muito e de a muito pouco nos
dispormos a responder, devemos começar por aceitar a relativa
justiça da acusação. Para, logo de seguida, fazermos notar
que a mesma, ao menos de um modo implícito, pressupõe
que as interrogações inquietam; e o filósofo, ao dialogar com
o mundo (o mundo das pessoas e das instituições), sabe que
esse mundo que lhe preenche a inquietação fundamental,
radical, do seu agir e do seu pensar, não gosta de ser inquietado,
preferindo o comodismo da situação não problematizada,
não questionada, feita de sempre para sempre.
Descrição
pp. 11-26
Palavras-chave
Contexto Educativo
Citação
Editora
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
