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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Com este artigo pretende-se – para além de se abordar de um modo genérico o mito ulisseio fundador do topos olisiponense e as suas repercussões no contexto do humanismo quinhentista de génese nacional – construir um discurso acerca da evolução urbanística do
ópido de Olisipo, abordando os diversos momentos da sua história, com particular enfoque no urbanismo proto-romano, do qual se vão conhecendo já alguns testemunhos púnicos. O cerne deste trabalho, todavia, centra-se na época romana e a partir da reforma augustana,
provavelmente encetada como consequência da atribuição do estatuto municipal a esta cidade que tomou a designação de Felicitas Iulia Olisipo e a sua evolução ao longo do
tempo, realçando-se a análise dos principais vestígios arquitectónicos
e/ou artísticos subsistentes, bem como o seu desenvolvimento e as vicissitudes históricas que lhe foram modelando o fácies e impuseram um distinto prospecto, sobretudo na
época baixo-imperial.
Descrição
Revista do IHA, N.4 (2007), pp.54-117
Palavras-chave
Criptopórtico Foro Teatro Circo Mosaico
Contexto Educativo
Citação
Editora
Edições Colibri / Instituto de História da Arte - Faculdade de Ciências Sociais e Humanas/UNL
