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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Dentro do quadro da História de Arte Contemporânea, a investigação que agora se apresenta relaciona o papel da arte da dança com o poder, caracterizando os seus diálogos e confrontos ao longo do século XX. Utilizada como veículo de propaganda, a dança tornou-se numa arte politizada e facilmente comprometida com o regime que a enquadrava.
O fio condutor do estudo percorre uma viagem balizada entre o momento em que a dança se emancipa do teatro lírico – com o primeiros espectáculos dos Ballets Russes em 1909 – até à comemoração do centenário da Companhia, em 2009, data em que se refletiu extensivamente sobre o universo terpsicoreano contemporâneo. É um século que se configura a partir de uma relação político-artística desenvolvida não só nos regimes autoritários da primeira metade de 1900, mas igualmente presente nos regimes democrático-liberais da última metade do século XX. Posicionando-se a partir de dois vectores distintos – compromisso ou revolta – analisa-se transversalmente o cenário internacional e a produção nacional, cruzando a visão do duplo jogo do poder da dança e da dança do poder e integrando-os nas principais criações produzidas ao longo dos últimos cem anos.
Descrição
Tese de Doutoramento em História da Arte Contemporânea
Palavras-chave
Arte História Bailado Dança Coreografia Bailarinos Poder Política Século XX Ideologia Propaganda
Contexto Educativo
Citação
Editora
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
