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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Num dos seus estudos sobre a variabilidade textual dos romances tradicionais, Diego Catalán designou por várias vezes o processo que a gera um “juego de la creación poética colectiva” (1997). Ora, consistindo a contaminação de romances num dos fenómenos de variação – provavelmente o mais complexo deles, como mostrou Flor Salazar (1989) –, a análise agora proposta incide sobre este processo de migração intertextual de unidades de significação (que explica a presença interactiva de conjuntos de versos de um romance em versões de outro) como uma manifestação do “juego” a que se referiu o erudito espanhol. Para o efeito, considera algumas versões de romances da tradição portuguesa em que esta presença se verifica, analisando o processo de engaste, a lógica que o determinou e a respectiva funcionalidade, para reflectir finalmente sobre o procedimento como uma estratégia de recriação poética tradicional.
Descrição
UID/ELT/00657/2013
SFRH/BD/80334/2011
Palavras-chave
Romanceiro Tradição moderna portuguesa Variação Contaminação
Contexto Educativo
Citação
Editora
Instituto de Estudos de Literatura e Tradição (IELT)
