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Publicação

Biostratigrafia de Foraminíferos do Miocénico em Portugal

dc.contributor.advisorTelles Antunes, Miguel
dc.contributor.authorLegoinha, P.
dc.date.accessioned2009-03-16T15:08:29Z
dc.date.available2009-03-16T15:08:29Z
dc.date.issued2001
dc.descriptionDissertação apresentada para obtenção do Grau de Doutor em Geologia, especialidade de Estratigrafia e Paleobiologiaen
dc.description.abstractApresenta-se um estudo de foraminíferos do Miocénico português. Foram observados pormenorizadamente uma trintena de afloramentos na Bacia do Baixo Tejo e no Algarve, sendo 22 considerados nesta dissertação. Foram colhidas e tratadas perto de 200 amostras; cerca de 130 revelaram-se produtivas. Triaram-se e classificaram-se foraminíferos planctónicos (cerca de 50 espécies) e bentónicos (53 géneros). Referem-se os métodos e técnicas, assim como os investigadores e publicações relacionados com o estudo deste grupo em Portugal. Pesquisou-se informação cronológica relativa a 20 marcadores biostratigráficos identificados no Miocénico português. Indica-se a composição de faunas de foraminíferos bentónicos de ambientes actuais (mangais e pântanos litorais, lagunares, litorais, infralitorais, circalitorais, batiais e euxínicos). Apresentam-se o enquadramento geológico e uma resenha bibliográfica concernentes à estratigrafia e paleontologia do Miocénico da Bacia do Baixo Tejo (região vestibular) e do Algarve. Para cada um dos 22 cortes tratados são apresentados: localização, descrição e/ou enquadramento geológico, foraminíferos planctónicos e bentónicos, interpretação biostratigráfica e paleoambiental, e datações isotópicas. Aplicam-se conceitos de estratigrafia sequencial; retoma-se o problema da definição e caracterização de sequências deposicionais na Bacia do Baixo Tejoe datamse os respectivos limites (disconformidades). Estabelece-se correspondência com ciclos eustáticos de 3a ordem (Haq et ai., 1987). Analisam-se a variação da subsidência e o controlo tectónico. As jazidas de mamíferos da BBT foram enquadradas na escala cronológica marinha através de correlações directas com marcadores planctónicos e datações isotópicas. Relativamente ao Algarve, melhora-se o posicionamento cronostratigráfico dos sedimentos de Albardeira, Mem Moniz, Quelfes e Cacela (Formação de Cacela) bem como da Formação Carbonatada de Lagos-Portimão. Compara-se o Miocénico do Algarve com o do Baixo Tejo e estabelece-se equivalência entre algumas descontinuidades principais. Foram elaborados quadros-síntese com a ocorrência das espécies planctónicas e dos géneros bentónicos nos afloramentos estudados. As características distintivas dos géneros e espécies planctónicas são descritas no capítulo dedicado à sistemática dos foraminíferos. Apresentam-se conclusões. Incluem-se estampas com fotografias de foraminíferos e aspectos dos cortes estudados.en
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10362/1865
dc.language.isoporen
dc.publisherFaculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboaen
dc.titleBiostratigrafia de Foraminíferos do Miocénico em Portugalen
dc.typedoctoral thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccessen
rcaap.typedoctoralThesisen

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