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Publicação

Circulação, transformação e seus agentes

dc.contributor.authorBatista Pacheco, Mafalda
dc.contributor.authorSantiago Faria, Alice
dc.contributor.authorAraújo, Renata
dc.contributor.institutionCHAM - Centro de Humanidades
dc.date.accessioned2020-07-23T22:24:02Z
dc.date.available2020-07-23T22:24:02Z
dc.date.issued2019-11
dc.descriptionUID/HIS/04666/2019 CEECIND/00044/2017 PTDC/ART-DAQ/31959/2017
dc.description.abstractDepois da restauração da independência, a Aula de Fortificação e Arquitectura Militar foi criada em Lisboa, em 1647. Várias classes e escolas seguiram-se em Portugal e nos seus territórios ultramarinos, consolidando um ciclo que terminaria em 1871, quando a Escola Mathemática e Militar, na Índia Portuguesa foi fechada. Esta comunicação propõe-se apresentar, discutir métodos e primeiros resultados de um projecto de investigação que, seguindo fluxos de conhecimento ao longo do tempo e observando os padrões e agentes na disseminação e circulação da tecnociência, pretende pensar o papel de Portugal e do Império português, num mundo cada vez mais interconectado e em rápido processo de mudança e transformação. Partindo de fontes bibliográficas do século XIX que incidem sobre os agentes (arquitectos, engenheiros e construtores) e a história das instituições administrativas e de ensino relacionadas com a formação do contexto construído do Império, olha-se para a rede de agentes do dispositivo colonial, ao longo do tempo e em diferentes geografias, cruzando o mundo Atlântico e o Índico, para se entender as transformações técnicocientíficas ocorridas in loco. A dimensão territorial do Império português implicou a criação de um mecanismo pragmático de actuação e articulação entre diferentes campos do conhecimento científico, exercido por um dispositivo colonial de especialistas e instituições. Engenheiros militares, arquitectos e outros agentes, circularam por várias partes do império transportando consigo conhecimentos que aplicaram e adaptaram aos contextos locais, ao mesmo tempo que também absorviam e transformavam os dados que recolhiam. Pode-se constatar a circulação dos agentes, mas a percepção efectiva do conjunto alargado das relações internas entre estes agentes e os próprios meios de formação e a transformação em cada local está por ser feita. Levantam-se assim questões relacionadas com a escala local/global do conhecimento, a forma, a causa e o efeito da difusão do conhecimento, a transformação ocorrida regionalmente e a relação entre o conhecimento teórico e o prático.en
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dc.format.extent112315
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dc.identifier.otherPURE UUID: 52b05eec-0ec0-4c1d-ba1c-734596822ddb
dc.identifier.otherORCID: /0000-0002-5006-4067/work/68656622
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10362/101328
dc.identifier.urlhttps://encontroaphes2019.weebly.com/programa.html
dc.language.isopor
dc.peerreviewedyes
dc.relationinfo:eu-repo/grantAgreement/FCT/5876/147248/PT
dc.titleCirculação, transformação e seus agentespt
dc.title.subtitleredes técnico-científicas no Império português (1647-1871)pt
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degois.publication.firstPage36
degois.publication.issue39
degois.publication.lastPage37
degois.publication.titleEncontro da Associação Portuguesa de História Económica e Social
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oaire.awardNumberUID/HIS/04666/2013
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oaire.fundingStream5876
project.funder.identifierhttp://doi.org/10.13039/501100001871
project.funder.nameFundação para a Ciência e a Tecnologia
rcaap.rightsopenAccess
relation.isProjectOfPublication319cd417-cb32-457f-aef6-59bcf12e6d48
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