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Publicação

Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa

dc.contributor.authorLousada, Isabel
dc.date.accessioned2015-04-15T13:25:37Z
dc.date.available2015-04-15T13:25:37Z
dc.date.issued2010
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10362/14724
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisherUMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta; Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboapor
dc.relation.publisherversionhttp://www.cdocfeminista.org/index.php/pt/roteiros-feministaspor
dc.subjectEscola Médico-Cirúrgica de Lisboapor
dc.subjectVirgínia Quaresmapor
dc.subjectMulheres Médicaspor
dc.subjectAdelaide Cabetepor
dc.subjectCarolina Beatriz Ângelopor
dc.subjectDomitila de Carvalhopor
dc.subjectElisa Augusta da Conceição Andradepor
dc.subjectMaria do Carmo Lopespor
dc.subjectSofia Quintinopor
dc.subjectAfirma Celestino da Costa: “As gerações de estudantes que começaram a frequentar a Faculdade a partir de 1911, não chegaram a fazer ideia do que fora a Escola Médico-Cirúrgica1 que, em 22 de Fevereiro desse ano, se transformou em Faculdade de Medicina”2. Apesar de não serem muito numerosas, a importância do estudo das primeiras médicas portuguesas tem aqui particular sentido. A Escola Médico-Cirúrgica e a Faculdade de Medicina de Lisboa assinalam a passagem de muitas delas, coincidindo com o desenvolvimento da ciência no nosso país e com a primeira vaga do feminismo.
dc.titleEscola Médico-Cirúrgica de Lisboapor
dc.typeother
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.conferencePlaceLisboapor
oaire.citation.endPage60por
oaire.citation.startPage57por
oaire.citation.titleRoteiro 2, 4 Roteiros Feministas na cidade de Lisboapor
oaire.citation.volume1por
rcaap.rightsopenAccesspor
rcaap.typeotherpor

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