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Los Mármoles del Alto Alentejo en el Patrimonio Religioso del Siglo XVIII
Publication . Filipe, Carlos; Pereira Coutinho, Maria João; Monteiro, Patricia; Instituto de História da Arte (IHA)
El estudio que aquí se presenta sobre el uso del mármol en el patrimonio religioso del Alto Alentejo en el siglo XVIII se basa en un corpus de objetos que ha sido relevado en el marco del proyecto PHIM - Patrimonio e Historia de la Industria del Mármol, en el que se han destacado categorías como las de los retablos, sagrarios, púlpitos, lavabos y, finalmente, de las barandillas.
Henar Pizarro Llorente (dir.) y José Garvía de Castro Valdés SJ, Macarena Moralejo Ortega, Wenceslao Soto Artuñedo, SJ (eds.) 2022. Jesuitas. Impacto Cultural en la Monarquía His-pana (1540–1767)."
Publication . Pereira Coutinho, Maria João; Instituto de História da Arte (IHA)
Reseña bibliográfica del libro de Henar Pizarro Llorente (dir.) y José Garvía de Castro Valdés SJ, Macarena Moralejo Ortega, Wenceslao Soto Artuñedo, SJ (eds.) 2022. Jesuitas. Impacto Cultural en la Monarquía Hispana (1540–1767). Madrid, Bilbao: Universidad Pontificia Comillas, Editorial Sal Terrae, Ediciones Mensajero. ISBN: 978-84-8468-915-7, 978-84-293-3064-9, 978-84-271-4677-8, 2 volúmenes, 683 y 798 pp.
O colégio jesuíta de São Tiago de Elvas
Publication . Gato de Pinho, Inês; Pereira Coutinho, Maria João; Instituto de História da Arte (IHA); Associação Profissional de Conservadores-Restauradores de Portugal (ARP)
O presente estudo tem como objetivo o entendimento da evolução construtiva do colégio da Companhia de Jesus de Elvas, bem como dos materiais utilizados e dos mestres que aí operaram. Procura, portanto, contribuir para um maior conhecimento no âmbito da história da construção colmatando, assim, uma lacuna existente acerca dos materiais e sistemas construtivos usados neste tipo de edifícios em Portugal. A leitura aturada da documentação produzida durante as obras da igreja e do colégio, entre finais do século XVII e a primeira metade do século XVIII, é fundamental para futuras obras de reabilitação do mesmo, bem como de outros, congéneres, quer no âmbito da Companhia de Jesus, quer nesta região. O estudo contribui ainda para um maior conhecimento das pedras utilizadas e das pedreiras, bem como dos indivíduos que as exploravam e dos que a elas recorriam. Complementarmente, identificam-se ainda as madeiras e os fornos de cal, fundamentais para todo o processo construtivo. The present study aims to understand the architectural history of the Jesuit College in Elvas, as well as the materials used there, and the masters who worked in its construction. It seeks, therefore, to improve our knowledge in the history of building, thus bridging the existing gap about the materials and construction systems carried out in this type of buildings in Portugal. The detailed reading of the produced documentation during the works carried in the church and college, between the end of the 17th century and the first half of the 18th century, is crucial for future works of rehabilitation in this building, as well as in others of a similar typology, either built by the Jesuits, or constructed by others in this region. This study also contributes to improve the present knowledge of the stones used, and quarries of origin, as well as who used and worked in these quarries. Furthermore, it will identify the woods used for construction, and identify the lime ovens which are fundamental to understanding all the construction process.
O Palácio da Casa de Aveiro em Azeitão
Publication . Vieira Caldas, João; Pereira Coutinho, Maria João; Instituto de História da Arte (IHA); Departamento de História da Arte (DHA)
O chamado Palácio dos Duques de Aveiro em Azeitão é, de entre as diversas habitações palacianas que a casa ducal possuía entre Setúbal e Lisboa, o único cuja aparência e volumetria remanescentes, apesar da degradação visível, ainda remetem para a grandeza e monumentalidade de outrora. Ainda se ergue, imponente, no rossio de Vila Nogueira, com as suas três grandes alas que conformam um largo U aberto a norte e delimitam o terreiro de acesso ao portal nobre. A disposição da tripla fachada interna segundo uma geometria e uma simetria rigorosas esconde a diversidade da extensão e organização dos três corpos principais. Provavelmente resultante de sucessivas ampliações das casas de campo que o primeiro duque de Aveiro, D. João, possuía junto ao convento dominicano que já o seu pai, D. Jorge, duque de Coimbra, costumava usar como local de retiro, só terá atingido as dimensões e a expressão que hoje tem durante a primeira metade do século XVII. Na segunda década de Seiscentos, pelo menos, já teria desenvolvimento suficiente para ser considerada por Frei Nicolau de Oliveira uma das mais notáveis quintas dos arredores de Lisboa. Foi morada privilegiada e local de nascimento de vários representantes da Casa de Aveiro (que incluía os títulos de marquês e duque de Torres Novas) até à sua extinção em 1759. Foi palco de inúmeros acontecimentos e celebrações e recebeu diversos monarcas, como Filipe II (rei 1598-1621) e, por mais que uma vez, D. João V (rei 1706-1750). Depois de 1759 acolheu, entre outras funções, a de cárcere provisório de padres da Companhia de Jesus e, mais tarde, foi onde se instalou a primeira fábrica de chitas que existiu em Portugal. É ainda hoje propriedade particular. O palácio, muito referido pela historiografia da arte portuguesa, foi objecto da atenção de Manuel Maria Portela em Notícia dos monumentos nacionais e edifícios e lugares notáveis do concelho de Setúbal (1882) e de Joaquim Rasteiro na entrada do Guia de Portugal (1924). Carlos Azevedo, por sua vez, numa abordagem mais centrada no tipo de edifício, refere o palácio na obra Solares Portugueses (1969), palácio que volta a ser mencionado por Helder Carita em Oriente e Ocidente nos Interiores em Portugal (1983) e em A Casa Senhorial em Portugal: modelos, tipologias, programas interiores e equipamento (2015) e, ainda no século passado, por Margarida Calado em Azeitão (1993). Já no presente século foi também objecto de exercício arquitectónico de duas teses de mestrado no âmbito da reabilitação patrimonial, da autoria de Sofia Alexandra Pereira Esteves (2013) e de Ana Margarida Ribeiro Fernandes (2013), entre outros autores de nomeada que a ele se reportaram, e foi também alvo das asserções de Amílcar de Gil e Pires em torno da vilegiatura e das quintas de recreio de cariz renascentista (2013 e 2016). Apesar da extensa bibliografia que lhe faz referência, o conjunto edificado e a antiga quinta dos Duques de Aveiro em Azeitão continuam a carecer não só de um estudo monográfico de fundo como de estudos parcelares: a) que esclareçam a sua intrincada e praticamente desconhecida cronologia; b) que se dediquem à história da envolvente paisagística do núcleo construído (jardins, pomares, horta, mata, etc.); c) que investiguem não só as especificidades da sua organização espacial, como ponham em perspectiva a decoração que sabemos ter sido escolhida para os seus espaços, a saber, os azulejos, os estuques, a pintura decorativa e a obra de marcenaria. O estudo que se apresenta pretende, justamente, desenvolver novo conhecimento no âmbito da alínea c).
Arquitetura e ornamento nas festas da canonização dos jesuítas Estanislau Kostka e Luís Gonzaga em Portugal (1727)
Publication . Coutinho, Maria João Pereira; Instituto de História da Arte (IHA); Department of Publications and Scientific Exchange, University of Santiago de Compostela (SPIC)
O presente texto resulta da análise dos vários relatos referentes à dupla canonização de Luís Gonzaga (1568-1591) e Estanislau Kostka (1550-1568), em 1726, que teve particular eco no contexto nas celebrações da Companhia de Jesus em Portugal. As vertentes dos programas, da arquitetura e da cenografia contribuíram para a metamorfose dos espaços e, uma vez mais, para se afirmar a capacidade que esse instituto religioso teve para organizar celebrações e outros atos performativos, que envolveram a corte e vários segmentos sociais. Considerando os diversos testemunhos que narram estes acontecimentos, procurou-se colocar em diálogo as festas de Braga, Santarém, Lisboa e Évora, interrogando a obra e compreendendo as linhas comuns a todos estes jubileus. This paper analyzes the various reports written on the festivities of the double canonization of Fathers Luís Gonzaga (1568-1591) and Estanislau Kostka (1550-1568) in 1726, which had a particular echo in the context of similar celebrations organized by the Jesuits in Portugal. The festivities program, its architecture and scenography contributed to the metamorphosis of urban spaces and, once again, to reaffirm the Jesuits capacity to organize festivities and other performing actions, which involved the Court and different social states. We put the festivities in Braga, Santarém, Lisbon and Évora in a dialogue by analyzing the different written testimonies left about these events, and by interrogating the work made and by trying to understand the common lines underlying all these jubilees.
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Palavras-chave
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Entidade financiadora
Fundação para a Ciência e a Tecnologia
Programa de financiamento
DL 57/2016
Número da atribuição
DL 57/2016/CP1453/CT0046
