Logo do repositório
 
A carregar...
Logótipo do projeto
Projeto de investigação

Centre for Nuclear Sciences and Technologies

Autores

Publicações

O chumbo no Ocidente Peninsular em Época Romana: proveniência e técnicas metalúrgicas
Publication . Gomes, Susana Alves de Sousa e Silva; Araújo, Maria de Fátima; Soares, António; Correia, Virgílio
vii RESUMO Este trabalho teve como objectivo identificar a proveniência de artefactos de chumbo e as técnicas metalúrgicas utilizadas em Época Romana. Foram investigadas as grandes redes hidráulicas de Conimbriga, Augusta Emerita e Mirobriga, cidades da Lusitania, e ainda algumas canalizações de Arucci/Turobriga, Fuente Seca e Cortalago, sítios da Baetica. Para além destes, foram estudados outros artefactos, nomeadamente projécteis de funda, de cronologia Tardo-Republicana, provenientes do Alto dos Cacos e Monte dos Castelinhos, ambos situados na bacia do Tejo entre Olisipo e Scallabis. Efectuou-se a caracterização elementar e a determinação das razões isotópicas de Pb em 135 amostras por espectrometria de massa (ICP-QMS). Os resultados indicam que 89 artefactos, na sua maioria de Época Imperial, foram manufacturados com chumbo reciclado contendo solda de Sn. Por outro lado, as variações dos teores em Ag, Cu e Ni, indiciam que o chumbo não reciclado seria obtido por redução de litargírio ou galenas não argentíferas. A assinatura isotópica do Pb dos artefactos apresentou semelhanças significativas com os depósitos mineiros da Península Ibérica, nomeadamente minérios da Zona da Ossa Morena ou uma mistura de chumbo desta zona com minérios da Faixa Piritosa Ibérica. Esta mistura sugere um chumbo resultante da redução de litargírio, um subproduto da copelação da prata. No caso dos artefactos de cronologia Tardo-Republicana observaram-se ainda semelhanças com minérios da Faixa Costeira da Catalunha e Almeria. A análise de 24 amostras de uniões de canalização por microespectrometria de fluorescência de raios X, dispersiva de energias e por microespectrometria de raios X induzidos por partículas carregadas, permitiu identificar a utilização rara de (três) soldas de Pb-Sn, sendo mais comum o uso de chumbo, muitas vezes reciclado, com uma composição elementar diferente da composição do corpo da canalização.
N-heterocyclic carbene iron complexes as anticancer agents
Publication . Lenis-Rojas, Oscar A.; Cordeiro, Sandra; Horta-Meireles, Marta; Fernández, Jhonathan Angel Araujo; Vila, Sabela Fernández; Rubiolo, Juan Andrés; Cabezas-Sainz, Pablo; Sanchez, Laura; Fernandes, Alexandra R.; Royo, Beatriz; Instituto de Tecnologia Química e Biológica António Xavier (ITQB); DCV - Departamento de Ciências da Vida; UCIBIO - Applied Molecular Biosciences Unit; MDPI - Multidisciplinary Digital Publishing Institute
Cisplatin and its derivatives are commonly used in chemotherapeutic treatments of cancer, even though they suffer from many toxic side effects. The problems that emerge from the use of these metal compounds led to the search for new complexes capable to overcome the toxic side effects. Here, we report the evaluation of the antiproliferative activity of Fe(II) cyclopentadienyl complexes bearing n-heterocyclic carbene ligands in tumour cells and their in vivo toxicological profile. The in vitro antiproliferative assays demonstrated that complex Fe1 displays the highest cytotoxic activity both in human colorectal carcinoma cells (HCT116) and ovarian carcinoma cells (A2780) with IC50 values in the low micromolar range. The antiproliferative effect of Fe1 was even higher than cisplatin. Interestingly, Fe1 showed low in vivo toxicity, and in vivo analyses of Fe1 and Fe2 compounds using colorectal HCT116 zebrafish xenograft showed that both reduce the proliferation of human HCT116 colorectal cancer cells in vivo.

Unidades organizacionais

Descrição

Palavras-chave

Contribuidores

Financiadores

Entidade financiadora

Fundação para a Ciência e a Tecnologia

Programa de financiamento

6817 - DCRRNI ID

Número da atribuição

UID/Multi/04349/2013

ID