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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Muitas instituições museológicas reutilizam edifícios históricos para instalarem as suas colecções móveis, pressupondo sistematicamente que a transformação em museu é um suficiente factor de patrimonialização do imóvel. Nestes casos, o programa museológico é direccionado ao património móvel exposto, sendo raros os casos onde o imóvel e o seu respectivo património integrado são valorizados no discurso museológico, e encarados então enquanto acervo integrante da instituição. O presente trabalho vem precisamente apresentar uma proposta de resolução desta problemática, despoletada pela coexistência num mesmo espaço de dois acervos patrimoniais distintos (móvel e imóvel), a partir do exemplo do Museu da Música Portuguesa – Casa Verdades de Faria, tutelado pela Câmara Municipal de Cascais. Reutilizando então uma casa doada ao município para instalar uma colecção de instrumentos musicais portugueses, o Museu da Música Portuguesa – Casa Verdades de Faria secundarizou na sua programação a importância dos conteúdos oferecidos pelo imóvel e seu património integrado (azulejaria, cantaria e pintura decorativa), conteúdos materiais de inequívoco valor, também por preservarem as memórias imateriais de todos quantos habitaram o espaço. A proposta de Interpretação da Casa Verdades de Faria constrói-se então a partir de um Plano Estratégico de Interpretação, que prevê a apresentação de inúmeras propostas que pretendem valorizar o património cultural imóvel e integrado em contexto museológico.
Descrição
Trabalho de Projecto apresentado para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Museologia
Palavras-chave
Património Cultural Imóvel Património Cultural Integrado Interpretação Casas Históricas Programação Museológica Valorização do Património
Contexto Educativo
Citação
Editora
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
