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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Para um poeta fenomenologista, o espaço deve ser todo o lugar
visível e de alguma forma alcançável, tal como o tempo deve ser todas
as durações que possam fazer parte da nossa experiência de sujeitos.
Caso contrário, mergulhamos numa dimensão espácio-temporal puramente
idealista. O imaginário phantástico', que trabalha com estes
ideais - por oposição ao imaginário real, que diz respeito às visões
fenomenologistas -, è, em geral, o responsável pelas visões poéticas
do espaço e do tempo. Poucos poetas resistem a não falar destas duas
categorias. E poucos o fazem com acerto filosófico. Por julgarmos
tudo saber sobre o espaço e o tempo, parece fácil poetar sobre os efeitos
que exercem sobre sujeitos quase sempre deles sofredores. Sophia
tem sido apontada como um modelo de poeta que controla como poucos
as metáforas possíveis do espaço e do tempo. Iremos refutar este
pré-conceito.
