Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10362/6951
Título: Fronteiras e transições no espaço textual dos primeiros anos da academia das ciências
Autor: Menéndez, Fernanda M.
Data: 1998
Editora: Colibri
Relatório da Série N.º: N. 11;
Resumo: Corria o mês de Dezembro de 1779 quando D. Maria I, por Aviso Régio, criou oficialmente a Academia Real das Sciencias de Lisboa, diz-se que a instâncias de seu primo, D. João de Bragança, Duque de Lafões. Além deste influente fundador, contam-se, entre os primeiros sócios efectivos, nomes ligados a uma nova postura que se afirmava com vontade de mudar a face da cultura portuguesa. São exemplo disso, o Visconde de Barbacena, o Abade Correia da Serra, o Dr. Domingos Vandelli, o Padre Teodoro de Almeida e o Padre Francisco de Foios, entre outros. O ponto de partida para a actividade da Academia das Sciencias era, aparentemente, o traçar de uma linha de fronteira com práticas proteccionistas regalistas face à cultura e à economia, proteccionismo em que a censura a vários níveis, mas sobretudo no campo editorial, era praticada pela Real Mesa Censória. No entanto, esta viria apenas a ser reformada em 1887, passando a designar-se Mesa da Comissão Geral sobre o Exame e a Censura dos Livros, que continuou em grande parte a acção anterior.
Descrição: pp. 47-57
URI: http://hdl.handle.net/10362/6951
ISSN: 0871-2778
Aparece nas colecções:Revista da FCSH -1998

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