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Normalização poder e saber : a genealogia dos nossos dias

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Orientador(es)

Resumo(s)

Quando os historiadores das ciências ou das idéias nos propõem, nas suas interpretações, mudanças mais ou menos súbitas dos parâmetros epístemológícos, novas orientações no modo de dispor de determinados métodos, ou, quando do ponto de vista dum espírito científico, mais novo e racional, nos é apresentada a série de ingenuídades e de obstÔculos epístemológícos, sugerem-nos desse modo, simultaneamente, uma história da razão e do sujeito da ciência. Forçosamente, tal história possuirÔ uma natureza cumulativa, centralizadora e incluirÔ supostos filosóficos e ideológicos de vÔria ordem, com traços particulares. Geralmente trata-se de uma história teleolÓgica, desenvolvendo-se segundo uma determinada lógica e realizando uma finalidade. Foi com Hegel que toda a tradição racionalista ocidental, assumiu plenamente esse modelo de devir, ao qual, sem dúvida, o homem da ciência ocidental vai buscar a sua imagem.

Descrição

Revista da FCSH, N.1, 1980, pp. 245-258

Palavras-chave

Contexto Educativo

Citação

Projetos de investigação

Unidades organizacionais

FascĆ­culo

Editora

Faculdade de CiĆŖncias Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa

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