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Every year, the world of football is surprised by the arriving of each time younger sensations, as promises for the future of international football. That is why FIFA has also sought to reduce the minimum age for registration of athletes from 12 to 10 years old. However, along with these promising new athletes, there is also an euphoria about who these young talents will become in the future, whether if they will be a new Messi, Neymar or Cristiano Ronaldo and, besides this euphoria, there is also a concern about the well-being, health, education and the future of these minors, if they do not continue their lives as professional football players. In order to protect these minors from bad experiences, such as occurred in the past, FIFA, prohibited the international transfer of players under the age of 18. However, as it will be shown in the course of the present work, contrary to the intended protection, this prohibition raises the question of whether, in fact, it is more beneficial to prohibit the transfer of these young talents or to regulate the transfer of young athletes in a clear and compatible way with the fundamental rights of minors and parents in the exercise of parental responsibility
A cada ano, o mundo do futebol se surpreende com o surgimento de novos prodĂgios, novas promessas para o futuro do futebol internacional, com idades cada vez menores. Por esta razĂŁo, inclusive, a FIFA buscou reduzir a idade mĂnima de inscrição dos atletas de 12 para os 10 anos de idade. Entretanto, junto com a euforia advinda de expectativa sobre se esses novos atletas promissores se transformarĂŁo em um novo Messi, Neymar ou Cristiano Ronaldo, surge a preocupação com relação ao bem-estar, Ă saĂșde, Ă educação e ao futuro desses jovens, caso nĂŁo prossigam no futebol profissional. Essa preocupação fez com que a FIFA, no intuito de proteger esses menores de mĂĄs experiĂȘncias, como algumas vividas no passado, proibisse a transferĂȘncia internacional de jogadores com idade inferior a 18 anos de idade. Contudo, como serĂĄ possĂvel se depreender ao longo do presente trabalho, ao contrĂĄrio da pretendida proteção, essa proibição traz Ă tona a questĂŁo de se saber se, de fato, Ă© mais benĂ©fico proibir a transferĂȘncia desses menores, ou regulamentar a transferĂȘncia desses jovens atletas, de forma clara e compatĂvel com os direitos fundamentais dos menores e de seus pais, no exercĂcio de sua responsabilidade parental.
A cada ano, o mundo do futebol se surpreende com o surgimento de novos prodĂgios, novas promessas para o futuro do futebol internacional, com idades cada vez menores. Por esta razĂŁo, inclusive, a FIFA buscou reduzir a idade mĂnima de inscrição dos atletas de 12 para os 10 anos de idade. Entretanto, junto com a euforia advinda de expectativa sobre se esses novos atletas promissores se transformarĂŁo em um novo Messi, Neymar ou Cristiano Ronaldo, surge a preocupação com relação ao bem-estar, Ă saĂșde, Ă educação e ao futuro desses jovens, caso nĂŁo prossigam no futebol profissional. Essa preocupação fez com que a FIFA, no intuito de proteger esses menores de mĂĄs experiĂȘncias, como algumas vividas no passado, proibisse a transferĂȘncia internacional de jogadores com idade inferior a 18 anos de idade. Contudo, como serĂĄ possĂvel se depreender ao longo do presente trabalho, ao contrĂĄrio da pretendida proteção, essa proibição traz Ă tona a questĂŁo de se saber se, de fato, Ă© mais benĂ©fico proibir a transferĂȘncia desses menores, ou regulamentar a transferĂȘncia desses jovens atletas, de forma clara e compatĂvel com os direitos fundamentais dos menores e de seus pais, no exercĂcio de sua responsabilidade parental.
Descrição
Palavras-chave
FIFA Futebol TransferĂȘncia internacional Menor Proibição Direitos fundamentais Responsabilidade parental Football Transfer International Minor Ban Fundamental rights Parental responsibility
