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Orientador(es)
Resumo(s)
Uma parte importante da história alto medieval, especialmente na zona mediterrânea ocidental da Europa, orbita em torno dos conflitos e tensões entre cristãos e muçulmanos. A Península Ibérica é um dos epicentros dessa discussão. Desde tempos mais remotos, que a histografia tem abordado o processo da “reconquista” e este se tornou um dos principais temas de análise e estudo (Albornoz, 1956; Albornoz, 1980; Móxo e Villajos, 1979; Mínguez, 2005), tanto do ponto de vista asturiano-leonês como a partir da visão do califado e reinos taifas islâmicos. Mas o período de tempo em que cristãos e muçulmanos partilharam a Península Ibérica foi mais do que uma sucessão de eventos e dados que relatam os avanços e recuos das fronteiras, e é muito mais do que um rosário de episódios de batalhas e sucessões de reis, emires e califas. Todavia, estes dois pólos religiosos e políticos que ocuparam a Península Ibérica pelo menos até ao século XIV, tiveram características comuns, mas também destinos e quotidianos diferenciados.
Descrição
Palavras-chave
Alta Idade Média Cerâmica S. Gens (Celorico da Beira)
